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quinta-feira, 10 de dezembro de 2009

MISTÉRIOS DA LUA




 
 





 
 
 

Imagens misteriosas em solo lunar


4Nasa anuncia descoberta de água em cratera da Lua

Impacto de foguete contra cratera no pólo sul da Lua produz nuvem de material contendo água. 

Dados preliminares da sonda Lcross indicam que a missão descobriu água durante os impactos de 9 de outubro com uma região em sombra perpétua no fundo da cratera Cabeus, perto do pólo sul lunar.
O impacto criado pelo estágio superior do foguete Centauro produziu uma pluma de material dividida em duas partes, ejetado das profundezas da cratera. A primeira parte era composta de vapor e poeira fina e segunda, de material mais denso. Esse material não era exposto à luz do Sol há bilhões de anos.
Cientistas especulavam há anos sobre a explicação para as quantidades de hidrogênio detectadas nos pólos lunares por missões anteriores. A descoberta de água pela Lcross ajuda a responder à pergunta. A água na Lua pode estar mais disseminada e existir em quantidade maior que a esperada, diz nota da Nasa.
Além disso, regiões lunares em sombra perpétua podem ter a chave da história e da evolução do Sistema Solar. E a água e outros compostos descobertos poderão ser recursos para astronautas em futuras missões.
Desde os impactos, a equipe cientistas da missão Lcross trabalha para analisar os dados que a nave recolheu. A equipe concentrou-se nos espectrômetros, que trazem as informações mais precisas sobre a presença de água.
"Estamos extasiados", disse Anthony Colaprete, principal cientista da missão. "Diversas linhas de evidência mostram que a água estava presente tanto na pluma mais leve e na cortina de dejetos criada pelo impacto do Centauro. A concentração e distribuição da água e outras substâncias requerem mais análise, mas é seguro dizer que Cabeus contém água".

Provas de que as missões Apollo foram à Lua
Existem muitas provas de que realmente o Homem foi à Lua em 1969. Neste texto apresentaremos somente alguns exemplos. Esses exemplos estarão por ordem crescente de importância; ou seja, as provas no final deste texto serão mais cruciais que as primeiras.
Existem centenas de horas de gravações em filme, com várias horas consecutivas em microgravidade, impossíveis de fazer na Terra em 1969. Além disso, também existem cerca de 17 mil fotografias tiradas em solo lunar. E, por fim, existem milhares de horas de dados de telemetria. 
Tudo isto (filmes, fotos, telemetria) foi avaliado por inúmeros peritos internacionais, incluindo das “nações inimigas”, como a URSS, Alemanha de Leste, e China, que tinham todo o interesse em humilhar os EUA e provar uma conspiração. Todos eles provaram a veracidade dos dados.
Note-se que quem diz que tudo isto é uma conspiração, são pessoas que não sabem do que falam: nunca avaliaram qualquer prova, nem têm equipamento para o fazer. Já os diversos especialistas espalhados pelo mundo, incluindo aqueles pertencendo aos Governos “inimigos” têm equipamento para provar a veracidade ou a fraude. E todos eles, sem exceção, provam a veracidade dos eventos.
Por outro lado, cerca de 500 mil pessoas estiveram diretamente envolvidas no esforço das missões Apollo. Por qualquer coisinha há logo pessoas a virem para a TV contarem segredos. É preciso um esforço enorme para imaginar que 500 mil pessoas estão a mentir e nenhuma dá “com a língua nos dentes”.
Outra prova de que fomos à Lua, mesmo sendo circunstancial, são todos os avanços tecnológicos com que lidamos diariamente. O esforço para as missões Apollo contribuiu e muito para o desenvolvimento tecnológico que se seguiu e ainda hoje utilizamos tecnologias que foram pensadas para essas missões. 
Desde sapatilhas, passando pela medicina, e acabando nos computadores, as vantagens foram imensas. Sem as missões Apollo não teríamos várias dessas tecnologias atualmente. Leiam mais sobre isto, neste artigo:
Milhares de astrônomos amadores e profissionais, espalhados por todo o mundo estiveram atentos a tudo o que se passava nos módulos lunares. Puderam ouvir as comunicações, e puderam assim comprovar que elas vinham da direção certa (da Lua), e que tinham um atraso natural derivado do tempo que a radiação leva da Lua à Terra – devido à distância e facilmente explicada em aulas de Introdução à Astronomia.  
Puderam também avistar os módulos de comando das missões Apollo nas suas viagens, e reportaram essas detecções. Estes muitos milhares de astrônomos, sobretudo amadores, não tinham qualquer vantagem em dizer que as missões Apollo foram reais; pelo contrário, se dissessem o contrário é que teriam logo “tempo de antena”. Mas todos eles puderam comprovar a veracidade das missões.
Qualquer pessoa pode ser um astrônomo amador, e ao sê-lo vai aprender conhecimentos básicos (e alguns complexos) na astronomia e áreas subjacentes. Isso é o suficiente para perceber a veracidade dos eventos. Novamente, quem tem dúvidas são todos aqueles que não têm nem sequer esses conhecimentos básicos.
A missão Apollo 11 deixou refletores na Lua. Esses refletores permitem calcular com extrema precisão à distância Terra-Lua através de um laser. Todos os dias se trabalha com eles, e se prova que os refletores se encontram na Lua. Curiosamente, o observatório da minha Universidade faz isso. Quem tem dúvidas da existência desses refletores na Lua levados pela missão Apollo 11, basta virem aqui ao observatório e comprovarem a existência do laser, e até poderão calcular a distância a que a Lua se encontra nesse momento.
A sonda Lunar Reconnaissance Orbiter, que está em órbita da Lua, tirou fotografias aos locais onde as 6 missões pousaram. Note-se que os módulos lunares pousaram na Lua. Mas só a parte de cima dos módulos (com os astronautas) eram ejetados em direção ao módulo de comando (que se encontrava em órbita da Lua). 
A parte de baixo dos módulos lunares continuou na Lua. Nas fotos tiradas pela Lunar Reconnaissance Orbiter, não só se vê as partes de baixo dos módulos lunares, mas até se vê as sombras que eles produzem na Lua! Isto deveria provar, sem margem para dúvidas, que os módulos lunares foram à Lua.
Cientistas indianos ligados à sonda Chandrayaan-1 já publicamente disseram que comprovaram a ida do Homem à Lua, pelo menos na Apollo 15. A sonda Indiana enviou fotografias não só da parte de baixo do módulo lunar, mas até das pegadas dos astronautas dessa missão. Se fosse uma “conspiração Americana”, os Indianos já teriam vindo a público desmentir os Americanos.
Durante as missões Apollo também se trouxeram coisas da Lua, que não seria possível trazer se não tivéssemos ido lá. Uma delas foi a câmara da sonda Surveyor 3 que tinha sido enviada cerca de 3 anos antes e que foi trazida pela tripulação da Apollo 12. Esta câmara levou à surpreendente descoberta de que a bactéria Streptococcus mitis tinha sido enviada para a Lua por engano e lá tinha sobrevivido em condições extremas durante quase 3 anos.
A sonda não tripulada Luna 15 foi enviada pelos Soviéticos para pousar na Lua, recolher pedras e solo lunar, e retornar à Terra com essas amostras lunares. Isso seria feito a 21 de Julho de 1969 e um dos grandes objetivo seria retirar publicidade ao fato dos Americanos estarem a pôr humanos na Lua (Armstrong andou na Lua a 20 de Julho), já que a Luna 15 seria a primeira missão a retornar da Lua com amostras lunares. No entanto, a missão fracassou porque a Luna 15 espatifou-se na Lua a 21 de Julho de 1969, poucas horas antes de Armstrong e Aldrin terem deixado a superfície lunar.
A missão Luna 15 foi importante para a Apollo 11 por vários motivos: os cientistas soviéticos tiveram que fazer uma correcção à órbita da Luna 15 de modo a ter absoluta certeza que ela não colidiria com a Apollo 11 – provando a sua existência; os cientistas Ingleses (do observatório Jodrell Bank) provaram, ao estudarem a origem das transmissões, que a Luna 15 estava em órbita lunar e que a Apollo 11 estava na Lua; com a Luna 15 a orbitar a Lua, os cientistas soviéticos provaram que os Americanos estavam mesmo na Lua, a caminhar sobre a sua superfície.
Uma das maiores provas é a forma como a poeira se comporta nos vídeos lunares. Na Apollo 15, 16, e 17 vê-se o carro lunar a levantar bastante pó da superfície lunar. E em todas as missões vê-se os astronautas a levantarem pó com as botas, enquanto andam na superfície lunar. Esse pó é levantado bastante alto (mais alto que na Terra devido à gravidade lunar ser mais fraca), e cai bastante depressa para a superfície através de um movimento parabólico, já que não há atmosfera que o suporte acima da superfície por mais tempo.
A poeira cai depressa devido à falta de resistência do ar, mas cai mais lentamente que uma rocha na Terra devido à gravidade menor. Era impossível em 1969 recriar ambas as características (falta de resistência do ar e baixa gravidade) na Terra simultaneamente. Nos dias de hoje, já é possível fazê-lo com programas especiais de computador que permitem um extraordinário design gráfico, mas não era possível há 40 anos atrás.
Talvez a maior prova de que o Homem foi à Lua sejam os cerca de 382 kg de rochas lunares que os astronautas trouxeram de volta à Terra. As rochas lunares foram distribuídas por numerosos centros de investigação em todo o mundo, incluindo Portugal. Após um sem número de análises, sobretudo químicas e geológicas, conclusões foram tiradas e milhares de artigos científicos foram escritos a esse respeito. Todos eles, repito, todos eles confirmam que as rochas vieram da Lua.
As rochas lunares são únicas e diferenciam-se bastante bem das terrestres:
1- Praticamente não têm água na sua estrutura cristalina e formaram-se na total ausência de água, enquanto a água é comum nas rochas terrestres; (2) a maioria das rochas na superfície lunar são ígneas (em resultado de lava) – basaltos nas planícies lunares e anortosito nas terras altas lunares – enquanto a maior parte das rochas na superfície terrestre são sedimentares (requerem água e vento para a sua formação e até a morte de organismos vivos);
3- Encontraram-se partículas de vidro nas rochas lunares que foram produzidas por uma explosiva atividade vulcânica e impactos de meteoritos há 3 mil milhões de anos atrás. A água existente na Terra limpa esse vidro vulcânico em apenas alguns milhões de anos. O fato de existir nessas rochas, prova que elas são da Lua;
4- Devido à ausência atmosférica, as partes exteriores das rochas lunares estão carregadas de hélio-3, um isótopo raro na Terra;
5- Poderiam até ser rochas lunares caídas como meteoritos na Terra, mas todos os geólogos do mundo conseguem provar que não o são, já que os meteoritos apresentam sinais de uma passagem tempestuosa pela atmosfera terrestre, o que os deixa bastante quentes e oxidados, além de que depois de atingirem a superfície terrestre também vão sentir os efeitos do ar, vento, água, erosão, etc., terrestres – enquanto as rochas lunares não apresentam nada disto, pelo contrário, até apresentam sinais de não terem estado em contacto com água, ar, ou oxigênio;
6- As rochas lunares apresentam inúmeras crateras fruto de meteoritos, algo que não acontece nas rochas terrestres devido à passagem pela atmosfera da Terra e posterior erosão na superfície – isto é algo que qualquer pessoa pode ver sem ter que ter curso em química ou geologia;
7- Os quase 400 k de rochas lunares trazidas pelos astronautas são idênticas às recolhidas por 3 missões robóticas Luna – trouxeram de volta à URSS 300 gramas de solo lunar entre 1970 e 1976, ou seja, algumas missões robóticas soviéticas foram após as missões tripuladas americanas, e provaram que o que os americanos trouxeram era real.
Devido a tudo isto, o Doutor David McKay, cientista-chefe do departamento de astrobiologia e ciências planetárias do Johnson Space Center da NASA, diz que seria impossível falsear as rochas lunares e enganar tantos cientistas, terminando a dizer que: “Em vez de falseá-las, seria muito mais fácil ir à Lua apanhá-las!”
Concluindo, provas não faltam de que o Homem foi à Lua em 1969. Falsear todas estas provas seria uma tarefa megalomaníaca que não deixaria lugar para erros básicos (do gênero daqueles que os conspiracionistas advogam). Algumas destas provas seriam impossíveis de falsear em 1969.
O plano para ir à Lua antes de 1970, tinha uma probabilidade de acontecer bastante improvável; mas com todo um país a trabalhar para esse objetivo, conseguiu-se. Entre uma probabilidade impossível e outra totalmente improvável, a escolha não é difícil; sobretudo tendo em conta todas as provas a favor da veracidade da existência desse acontecimento improvável.
"Durante as missões Apollo também se trouxeram coisas da Lua, que não seria possível trazer se não tivéssemos ido lá. Uma delas foi a câmara da sonda Surveyor 3 que tinha sido enviada cerca de 3 anos antes"
Veja estes videos:

BUZZ ALDRIN, O SEGUNDO HOMEM A PISAR NA LUA, FAZ REVELAÇÕES IMPORTANTES:
NEIL ARMSTRONG, PRIMEIRO HOMEM A PISAR NA LUA, DIZ QUE A NASA MENTE:
A PRIMEIRA ENTREVISTA DE NEIL ARMSTRONG:
ESTRUTURAS NA LUA CONSTRUÍDAS POR QUEM E QUANDO?



FILME DA COLUMBIA
MISTERIOS OVNIS
EVIDÊNCIAS DE VIDA EM MARTE E NA LUA


Um comentário:

Anônimo disse...

Muito bom!!!! Fiquei muito interessado no seu texto até o fim.
Contudo, vc deve ter esquecido de mencionar o fato de que fora da nossa magnetosfera as radiações de alta energia oriundas dos buracos negros nos centros das galáxias, além da radiação do vento solar, ao interagirem com o DNA humano, após períodos prolongados, causam mutação genética, isto é, câncer. Mas acredito que a NASA está trabalhando neste caso para gerar escudos de plasma ao redor das naves para futuras explorações espaciais. Até lá, retorno à Lua ou missão à Marte, estão fora de qualquer programa.
Obrigado por seus esclarecimentos.

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Para compreendermos a pequenez da nossa condição humana não precisamos olhar o céu estrelado, basta que consideremos as civilizações que existiram milhares de anos antes de nós,que foram grandes antes nós e antes de nós desapareceram. Cada novo achado representa um aprofundamento em novos conhecimentos, mas também significa muitas vezes que precisamos revisar antigos conceitos que aparentavam ser tão seguros.”

C.W. Ceram