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terça-feira, 7 de dezembro de 2010

NATAL: DO PAGANISMO AO CRISTIANISMO

        
       
       Nos últimos 1.700 anos, uma significante porção do mundo ocidental tem celebrado o dia 25 de Dezembro como o dia do nascimento do Filho de Deus e Salvador Jesus Cristo. Milhares de imagens tem sido criadas, bem como canções, poemas e outras obras artísticas apresentando o menino Jesus numa manjedoura rodeado por animais com a Virgem Maria, José, anjos e os três reis magos  olhando maravilhados o luminoso infante. Estas imagens ficaram gravadas na nossa mente como o cenário do primeiro Natal. Mas são verdadeiras?
       A tradição que colocou o  Natal em 25 de Dezembro, como a data em que teria nascido Jesus Cristo, a principal figura do Novo Testamento, que é aclamada por bilhões de pessoas no mundo como Deus encarnado que veio para salvar a humanidade dos seus pecados, remonta ao III século da era cristã. Naquela época o pai a igreja Cipriano escreveu: 
Oh, quão maravilhosa providência que permitiu que no dia em que o Sol nasceu...Cristo também nascesse. (De pasch. Comp., xix):
       O nascimento do Salvador dos cristãos foi calculadamente colocado no solstício de inverno.  O que muitos não sabem é que o seu nascimento já tinha sido celebrado em muitas datas diferentes: dia 5 de janeiro, 25 de março, 19 de abril, 20 de maio, 21 de agosto, 17 de novembro etc.
      A data de 25 de dezembro como aniversário de Jesus começou a ser fixada num calendário ou cronologia em 354 d. C. chamado de calendário de Filocalus ou Philocalian.  Além de listar o dia 25 de dezembro como o “Natalis Invicti” (natal invencível), o calendário também nomeia o dia  como o dia  do “natus Christus in Betleem Iudeae (nascimento de Cristo em Belém da Judéia). Desde então podemos ver que as pessoas do quarto século estavam convictas desta identificação de Jesus com o sol,  como diz o Velho Testamento: 
“[...]o sol da justiça nascerá com a cura nas suas asas.” Malaquias 4:2;
      Hoje sabemos que a data 25 de dezembro representa não o nascimento de um Salvador histórico chamado Jesus Cristo, mas sim a data do solstício de inverno no hemisfério norte, quando o dia começa a ficar mais longo que a noite e é dito que o sol nasce novamente, renovado e ressurreto. Assim a data do nascimento de Jesus foi colocada propositalmente no dia de uma festa muito celebrada e reverenciada por todos os povos, o festival  do solstício de inverno. Por exemplo: no dia 21 de dezembro os japoneses celebram a deusa Amaterasu que sai da sua gruta, uma clara alusão ao nascimento o sol. 
      É digno de nota o festival egípcio que ocorria no dia 22 de dezembro pelo  calendário da deusa Hathor, onde o deus bebê Sokar aparece como o menino Jesus. As celebrações do solstício de inverno eram tão importantes que prosseguiam por dois ou três dias do calendário gregoriano, a exemplo damos as celebrações da  Saturnália que começava em 17 de dezembro e terminava no dia 23.  
       O deus grego ligado ao sol e ao vinho, Dionisius, era  originalmente celebrado   por romanos e gregos antes da era cristã na data do solstício de inverno. Em 275 d. C. o dia 25 de  dezembro foi formalizado pelo emperador  Aureliano como o dia do nascimento do Sol Invencivel, e combinou a festa  do deus grego Hélio  com a Saturnália dos romanos, celebrações realizadas na época do solstício de inverno. 
Quão Antigas São As Celebrações Natalinas?
       As marcantes celebrações relacionadas aos Mistérios de Osíris, que começavam no dia 14 de dezembro e terminavam com sua ressurreição no dia 26 de dezembro, seguiam o padrão das festividades ligadas ao solstício de inverno, como a Saturnália e o festival de Natal. Este período incluía várias festividades que tem a ver com a paixão, morte e ressurreição de Osíris.  
      Num lugar chamado Newgrange, Ireland, encontramos esta tumba de aproximadamente 3.200 a.C., ela traz uma série de símbolos solares em forma de espiral que nos falam das celebrações relacionadas ao solstício de inverno na antiguidade. A cerimônia celebrada ali, como em muitos outros lugares sagrados por povos pré-cristãos nos falam de uma celebração de 5.000 anos que representam a ressurreição da vida ou renascimento do sol no dia 25 de Dezembro. 

      
      Assim entendemos que o solstício de inverno era um fator de celebração muito importante nas culturas antigas, principalmente para aquelas  que viviam sob baixas temperaturas no hemisfério norte que ansiosamente esperavam o retorno do sol para ver de novo a vida renascer. O Natal é, portanto, uma celebração muito antiga antecedendo a era cristã por  milênios.
By D. M. Murdock (Traduzido por W.X.)

Bibliografia

Acharya S. Suns of God: Krishna, Buddha and Christ Unveiled. Illinois: AUP, 2004.

Egyptology Online Resources. aegyptologie.online
resourcen.de/Date_Converter_for_Ancient_Egypt/Roman-Emperors

Halsberghe, Gaston H. The Cult of Sol Invictus. Leiden: E.J. Brill, 1972.

Herbermann, Charles G., et al., eds. "Christmas." The Catholic Encyclopedia, vol. 3. New York: The Catholic Encyclopedia Inc., 1913.

Graves, Robert. The White Goddess. New York: Farrar, Strauss and Giroux, 1966.

Mettinger, Tryggve N.D. The Riddle of Resurrection: "Dying and Rising Gods" in the Ancient Near East. Stockholm: Almqvist & Wiksell Internat., 2001.

Murdock, D.M. Christ in Egypt: The Horus-Jesus Connection. Seattle: Stellar House Publishing, 2009.

Murdock, D.M., and N.W. Barker. The 2010 Astrotheology Calendar. Seattle: Stellar House Publishing, 2009.
The 2011 Astrotheology Calendar. Seattle: Stellar House Publishing, 2010.

Roy, Shashanka Bhushan. Prehistory Lunar Astronomy. New Delhi: Institute of Chronology, 1976.

segunda-feira, 29 de novembro de 2010

CIDADES SUBMERSAS - Arqueologia Submarina

Ainda é impossível falarmos com certeza sobre quantas cidades se encontram submersas no fundo dos oceanos mundo afora. Com o degelo da última era glacial muitas delas foram inundadas pelo mar, outras foram submersas depois de catástrofes como maremotos, tsunamis; há milhares de anos. Muitas delas têm sido  descobertas  recentemente por acaso ou por meio de sondagens por satélites. Alguns pesquisadores têm questionado a história da civilização humana e baseiam-se em descobertas como essas para fortalecerem a sua teoria de uma história alternativa.

Alexandria, Egito: nas margens de Alexandria, a cidade de Alexandre o Grande, foi achado o que se acredita ser as ruínas do palácio de Cleópatra. Há mais de 1.500 anos abalos sísmicos foram responsáveis pela lançamento ao  mar de artefatos, estátuas e outras peças do palácio de Cleópatra. A cidade de Alexandria, mesmo submersa oferece passeios subaquáticos maravilhosos.



Baía de Cambay, Índia: Há alguns anos  foram descobertas as ruínas de uma antiga grande cidade de 9.500 anos. As ruínas estão submersas e permanecem intactas. Foram descobertas áreas que lá se encontram por mais de 5 mil anos, forçando historiadores a reavaliar a sua compreensão da história da civilização na região. Quando a encontraram foi denominada de Dwarka, ou  "Golden City”.





Yonaguni-jima, Japão: Descoberta por guias de mergulho turístico há uns  vinte anos, controvérsias têm surgido em torno de uma misteriosa pirâmide encontrada ao largo da costa do Japão. Estas estruturas parecem ter sido esculpidas em um processo usando ferramentas que se pensava anteriormente indisponíveis para culturas antigas da região.





Havana, Cuba: Uma equipe de cientistas continua a explorar ruínas encontradas próximas da Ilha. Eles têm encontrado provas da existência de um extenso ambiente urbano milhas ao longo da costa oceânica. Pesquisadores não têm uma opinião formada sobre qual povo a teria construído, se era ou não uma civilização americana.



terça-feira, 16 de novembro de 2010

Mistérios da LUA

Seria um Ovni ou uma estrutura qualquer em solo lunar?


Luzes se movimentando ordenadamente - fotografadas pela NASA.


 COOL VIDEOS, ACESSE!

ESTRUTURAS NA LUA CONSTRUÍDAS POR QUEM E QUANDO?



 OVNIS AO LONGO DA HISTÓRIA


EVIDÊNCIAS DE VIDA EM MARTE E NA LUA


Neil Armstrong o primeiro homem a pisar na lua diz que a NASA mente:


A primeira entrevista de Neil Armstrong:


BUZZ ALDRIN o segundo astronauta a pisar na lua.




FILME DA COLUMBIA ONDE APARECEM OBJETOS Ñ IDENTIFICADOS:


quarta-feira, 3 de novembro de 2010

MISTERIOSO VALE DE NAZCA - PERU

















No Altiplano dos Andes, bem ao sul do Peru, situa-se um
dos maiores mistérios de toda a Terra: 

O chamado Planalto de Nazca, que se estende por uma área com nada menos que 900 quilômetros quadrados, ostenta um painel surrealista e além de tudo impressionante, literalmente coberto de misteriosos desenhos, gravados em relevo e que retratam as
gigantescas figuras de coisas que decididamente não existem no nosso mundo. Como se fossem cenas de um planeta desconhecido! 

Estranhos pássaros, alguns com cabeças de serpentes, outros que lembram colibris e papagaios; peixes exóticos; 

desenhos que  parecem baleias e orcas; um impressionante demônio-gato; lagartos e vários tipos de curiosos répteis; flores bizarras; símbolos geométricos complexos,
 estrelas; 

pistas longitudinais que parecem os nosso aeroportos, sendo que uma delas percorre nada menos que 65 quilômetros; uma colossal e lindíssima aranha;

e muitas outras,   fazem parte integrante daquilo que se convencionou chamar de “O Maior Zodíaco de Toda a Terra”. 

http://rodrigoenok.blogspot.com

quinta-feira, 28 de outubro de 2010

O ÂMBAR É RESINA FÓSSIL DE ÁRVORES QUE EXISTIRAM HÁ MILHÕES DE ANOS


Organismos excepcionalmente fossilizados em âmbar têm sido encontrados por todo o mundo. Flores, musgo, caracóis, lagartos, penas de pássaro, pêlo de mamíferos, insetos e até micróbios dentro dos seus intestinos [*1] são alguns dos seres vivos que podemos encontrar em âmbar. Os fósseis de âmbar são datados como tendo milhões de anos mas isto não se deve a uma “datação” directa. A idade que lhes é atribuída depende da camada estratigráfica onde são encontrados, bem como dos fósseis de idade [*2] contidos nela.

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 Havia muita incerteza e discussão acerca da forma como o âmbar fossilizado é formado. A teoria mais aceite era de que a resina exsudada pelas árvores solidificava na casca da árvore, os organismos ficavam presos na superfície da resina e, subsequentemente, enclausurados pelos sucessivos fluxos.

Mas havia um problema com esta teoria… ela não explicava como os milhões de organismos aquáticos – como os crustáceos, percevejos de água, escaravelho aquático, ostras, moluscos, algas e bactérias – ficaram presos no âmbar. Como é que criaturas que vivem no mar ficaram presas em seiva das árvores? Solução à vista...

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Cientistas do Museu de História Natural de Berlim e da Universidade da Flórida acreditam ter a resposta para o sucedido. Após serrarem cascas de árvores de um pântano da Flórida, eles observaram que a resina que saía da árvore e que fluía para dentro de água apanhou os pequenos crustáceos, carrapatos e bactérias e fungos aquaticos que se encontravam no caminho. A sua investigação mostrou como “os insetos aquáticos podem ficar encurralados na resina sem deixar o seu ambiente aquático“.
Estes cientistas sugeriram que o cenário para a preservação dos fósseis em âmbar requerem uma inundação. Nas suas próprias palavras, uma vez estando os insetos presos no âmbar:

The pond then dries out in the summer, and a flood brings sediment to cover the forest floor, so the resin piece becomes well conserved [later turning into amber]” – (O lago seca no verão e uma inundação traz sedimentos que cobrem a superfície da floresta e a resina fica bem conservada [tornando-se mais tarde em âmbar])

A investigação foi publicada na PNAS.

CONCLUSÃO
A catástrofe diluviana teria multiplicado os efeitos da experiência destes cientistas. Por exemplo, as árvores arrancadas do solo e a baterem violentamente contra outros corpos que tivessem a ser levados pela água perderiam as suas cascas e soltariam grandes quantidades de resina para água, aprisionando os animais que se encontrassem no caminho.


NOTA: Todos os insectos fossilizados em âmbar são iguais às formas de vida que estão hoje connosco. Não mostram evolução e surgem abruptamente no registo fóssil. Interessante de um ponto de vista criacionista, não? (Ver exemplo: A pequena formiga que resistiu a 15 milhões de anos de Evolução).

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quarta-feira, 27 de outubro de 2010

RELAÇÃO DE DOCS DO MEU ACERVO - PARTE I (A PEDIDOS)


SÉRIE UFO HUNTERS

01- Contato Alien
02- Arquivos da NASA
03- Engenharia Copiada
04- Caso da Ilha Maury
05- Projeto Prato (O Roswell Brasileiro)
06- Ovnis & Polícia
07- O Caso Bentwater
08- Queda de OVNI no México
09- Invasão de OVNIS no Texas
10- Abduções
11- Combate com OVNIS
12- Objetos Submersos Não Identificados

ARQUIVOS EXTRATERRESTRES

13- Os Verdadeiros OVNIS
24- O Dia Depois de Roswell
15- Tecnologia Extraterrestre
04- Ets Cinzas
16- Os Segredos das Caixas Pretas
17- OSNIS - Objetos Submersos Não Identificados
18- Caso Roswell Canadense
19- Encontros Alienígenas
20- OVNIS e a Casa Branca
21- O Triângulo do Dragão (O Triângulo das Bermudas japonês)
22- OVNIS nos Anos 70

DISCOVERY CHANNEL

23- OVNIS da Escócia
24- Roswell: A Verdade
25- OS Ets Construiram as Pirâmides?
26- A Queda do Egito (Porque o Egito Caiu)
26- Os Discos Dropa (Caso Roswell Chinês)
28- Ovnis Nazistas

OUTROS...

29- Alienigenas Ancestrais
30- Estamos Sendo Visitados
31- Tudo Sobre Os Ets
32- Eram Deuses Os Astronautas
33- Antigos Astronautas
34- Hangar 18

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ASTROFÍSICA - COSMOLOGIA
35- Origem do Planeta Terra - Série Origem do Universo
36- Terra e Universo (Coleção de Videos)
37- O Fim da Terra
39- Espaçonave Terra
40- Série Origem do Universo - A Explosão das Supernovas
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NATUREZA -

41- As Armas dos Animais
42- Os Animais Mais Mortiferos da Terra
43- Darwin e a Árvore da Vida
44- Série Planeta Azul - BBC (8 docs)
     Os Animais São Seres Lindos
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DOCS - ESOTÉRICOS

45- Série -  Olho de Hórus (10 filmes - 2 DVDs)

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46- DOCS - UNIVERSO - MIstérios Inexplicáveis

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DIVERSOS TEMAS

47- As Sete Maravilhas do Mundo Antigo
48- As Sete Maravilhas da Grécia
49- Construindo a Pirâmide
50- Decifrando O Código Da Vinci
51- O Código da Vinci Decodificado
52- Engenharia do Impossível
53- Nikola Tesla - O Mestre da Luz
54- Alta Tecnologia no Passado
55- A História de Deus - 3 Docs
56- Avistamentos de Ovnis Pelo Mundo
57- Arqueologia Proibida
58- Construindo Um Império (Napoleão Bonaparte)
59- Banidos da Bíblia
60- Tróia
61- Evangelho Proibido de Judas
62- Tesouro do Faraó
63- Maravilhas da Antiguidade (History Channel)
64- Descobertas da Antiguidade    
65- O Êxodo Decifrado
66- Contato Imediato do Terceiro Grau
66- Maçonaria Revelada
68- A Múmia de Imhotep
69- As Pirâmides Pelo Mundo
70- Prelúdio de Guerra - 2 docs
71- A Queda- Últimas Horas de Hitler
72- Espiritismo - De Kardec aos Nossos Dias
73- Nostradamus 2012
74- Tornados
75- Detetives do Tempo
76- Em Busca da Atlântida
77- Arqueologia Proibida (História Oculta da Terra)
79- Segredos Revelados - Mistérios da Ufologia
78 - Megido - A Cidade do Apocalipse
79- A Vida Desconhecida de Jesus
80 - As Culturas Pré-Colombianas
81- Farsa do Aquecimento Global
82- Hubble  - 15 Anos
83- Os Segredos dos Maias
84- A Última Hora (ecológico)
85- Mistério na Ilha de Colares - O caso Roswell brasileiro
86- O Caso Roswell
87- Semana da Invasão Extraterrestre
88- Contatos Extraterrestres
89- Povos da América
90- O fim do Homem de Neandertal
91- Os  Ciclos da Água
92 - Gigantes - Mito e Realidade

Coleção 70 anos do Início da Segunda Guerra Mundial -


OBS: LEGENDAS EMBUTIDAS NO VÍDEO
Tamanho:
30 gb
Resolução:
720 x 540
Frame Rate:
29 Fps
Formato:
DVDRip
Qualidade de Audio:
10
Qualidade de Vídeo:
10
Codec do Vídeo:
XViD
Codec do Áudio:
Lame Mp3
Idioma:
Inglês

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segunda-feira, 13 de setembro de 2010

Raça de Gigantes: Mito ou Realidade? Parte I

Um capítulo não explicado da história humana.

Quantas descobertas ainda serão necessárias para que as sombras do passado da humanidade sejam verdadeiramente dissipadas?

 
Os nativos americanos tinham histórias sobre uma raça de gigantes.

A seguir alguns achados incríveis nos EUA.

Acima: múmia gigante. Acervo Institute Smithsonian, Washington -EUA.
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EX OFICIAIS MILITARES DOS EUA DIZEM QUE OVNIS DESARMARAM ARMAS NUCLEARES

O Ciclo das COISAS

UFO NA CHINA

EARTH GLOBE

ENIGMAS DO PASSADO

ENIGMAS DO PASSADO

PARA PENSAR...

Para compreendermos a pequenez da nossa condição humana não precisamos olhar o céu estrelado, basta que consideremos as civilizações que existiram milhares de anos antes de nós,que foram grandes antes nós e antes de nós desapareceram. Cada novo achado representa um aprofundamento em novos conhecimentos, mas também significa muitas vezes que precisamos revisar antigos conceitos que aparentavam ser tão seguros.”

C.W. Ceram

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