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domingo, 18 de abril de 2010

AS 3 PIRÂMIDES DE GIZÉ E A CONSTELAÇÃO DE ÓRION


Em 1994 o livro “O Mistério de Órion” de Robert Bauval e Adrian Gilbert causou um alvoroço no mundo dos estudos egípcios, como nenhum outro. Esta explicito na sua capa: “ Depois de mais de 4 mil anos os segredos das pirâmides esta sendo resolvidos.” 

A tese  é agora chamada de Orion Correlation Theory (Teoria da Correlação de Órion) ou simplesmente, OCT. Embora publicado por dois autores a tese é essencialmente obra de Robert Bauval. Ele reivindica que encontrou as respostas pelas quais os estudiosos têm debatido há anos. A localização das pirâmides de Gizé são acidentais? Ou há um plano oculto? Por muitas décadas isto tem sido discutido. 

 Muitos egiptologistas dizem que é pura coincidência, nada mais.  Mas a construção delas ao que parece envolveu um conjunto de conhecimentos precisos que muitos duvidam que os egípcios possuíssem na época. Até que ponto tudo é especulação?

 Bauval e Gilbert discutem e embasam a teoria nos próprios mitos egípcios. A conclusão é que as lendas  egípcias apontam para a localização do mundo dos mortos no céu , numa constelação, e que as pirâmides representariam as suas estrelas mais importantes. Os reis mortos e as pessoas comuns iriam para lá. Osíris tinha como representação a constelação Sah, que de acordo com estes pesquisadores  seria a de Órion.  Sendo assim as pirâmides foram posicionadas como uma imitação da constelação na Terra.

Em tempos posteriores houve uma mudança de culto e a religião estelar deixou de existir, portanto as pirâmides da 5º e 6º dinastias  não  estão mais ligadas as estrelas.

A melhor evidência da teoria do culto de Órion é a comparação das três maiores pirâmides de Gizé com o chamado cinturão de Órion, conhecidas em nossa cultura como as três Marias.


                                 Imagens sobrepostas


Outras pirâmides no Egito ajudam a formar toda a constelação: As duas pirâmides de Dashur e as de Abu Rwuash e Zawyat Al Aryan.




Outras Coincidências: O rio Nilo em relação as pirâmides de Gizé representa a via láctea em relação ao cinturão de Órion. Segundo as lendas a via láctea representa os campos de junco que teria que ser atravessado para se alcançar o além. Assim como os egípcios atravessavam o Nilo  da terra dos vivos ( no lado oriental)  para a terra dos mortos (no lado ocidental) onde estavam localizadas as pirâmides e as tumbas.

As entradas: Há quarto pequenas entradas (20 x 20 cm)  na grande pirâmide. Duas sobre a câmara no lado  do sul e duas  na parte norte. Todas as quatro se elevam num ângulo entre 36º e 45º  graus. As entradas sobre a câmara do rei estavam abertas em ambos os lados,  as que ficam abaixo sobre a câmara da rainha estavam ambas fechadas. Estas entradas são um enigma. O egiptólogo alemão  Rainer Stadelmann  diz que elas lá estão para a passagem da alma do faraó, segundo a lenda.  

 A alma teria que atravessar a passagem norte  para a constelação de Órion que está ao norte. A astrônoma  Virginia Trimble comprovou  em 1964 que a entrada do sul da câmara do rei  aponta para Órion. Bauval  descobriu que a entrada de fato há milhares de anos apontava para o cinturão de Órion e que a entrada do sul sobre a câmara da rainha apontava para a mais brilhante estrela do céu, Sirius.

Sirius representava Ísis para os egípcios que era irmã e grande amor de Osíris, que era representado no céu por pela constelação de órion. Outra coincidência? As outras entradas também apontam para estrelas relevantes de outras constelações. O que parece sensacional, você não acha!!!


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Para compreendermos a pequenez da nossa condição humana não precisamos olhar o céu estrelado, basta que consideremos as civilizações que existiram milhares de anos antes de nós,que foram grandes antes nós e antes de nós desapareceram. Cada novo achado representa um aprofundamento em novos conhecimentos, mas também significa muitas vezes que precisamos revisar antigos conceitos que aparentavam ser tão seguros.”

C.W. Ceram

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