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segunda-feira, 13 de outubro de 2008

ASTRONAUTAS NA ERA DAS CAVERNAS

A expressão “astronautas na era das cavernas” se refere a extraterrestres que vieram a Terra e que de alguma forma foram responsáveis pela evolução da raça humana. Há referências veladas a estas entidades na Bíblia, nas manifestações artísticas dos mais primitivos povos, nas cavernas e em outros textos sagrados. Eles estão ligados aos mitos da criação achados em todas as antigas civilizações. Quando pesquisamos sobre a verdade por trás das lendas que falam sobre a criação da raça humana ou experimentos biogenéticos, somos levados por uma série de indícios a pensar naqueles que vieram das estrelas – astronautas, deuses da criação – para preencher nossas respostas. Tudo é teoria, realidade virtual, e para maioria das pessoas coisas improváveis, sujeitas a interpretação do pesquisador e do experimentador. É claro que há um forte desejo em muitos de nós que isto de fato seja provado definitivamente, a idéia de que fomos visitados em algum tempo de nossa história por astronautas das estrelas é realmente fascinante.

Por toda a historia do drama humano encontramos evidências que nos fazem pensar, acreditar e questionar as verdades já estabelecidas. Elas são só mitos, lendas e teorias sem fundamentos, dirão alguns; porém as teorias sobre Atlântida também estão ligadas á naves e astronautas. Na China encontramos teorias sobre uma raça alienígena chamada “Dropa”, que deixou registros de sua história em fascinantes discos. O Popul Vuh, livro sagrado dos Mayas, declara:

“Homens vieram das estrelas, conhecendo tudo, e examinaram os quatro cantos dos céus e a superfície redonda da Terra”.

Uma lenda indígena brasileira em especial me chama atenção, como aquelas presentes em muitas outras civilizações primitivas. Deuses e viajantes dos céus desceram a Terra quando os humanos eram como animais para instruí-los nas artes, agricultura, astronomia, medicina e outras disciplinas. A lenda a qual me refiro especialmente é a dos índios Caiapós, que celebram uma festa vestidos com roupas que lembram a de um astronauta, tecidas com cipó e outras fibras naturais, em homenagem a Bep-Kororóti, um guerreiro espacial adorado pelas tribos no alto Xingu. Como os heróis do escritos indianos – Mahabarata – este personagem possuía um veículo espacial equipado com uma arma capaz de destruir qualquer coisa que cruzasse o seu caminho. O Chilam Ballam, outro antigo escritos dos povos da América Central, é até mesmo mais explicito e declara:

“Seres desceram dos céus em barcos voadores...homens brancos em anéis voadores, que tocam os céus”.

Há indicações que algo muito estranho aconteceu em nosso continente centenas de milhares de anos atrás, antes até mesmo da data estabelecida oficialmente como aquela em que o homo sapiens surgira, de acordo com a antropologia. Há evidência em muitos lugares da terra sobre a existência de seres humanos muito desenvolvidos tecnicamente há pelo menos um milhão de anos. O que precisamos descobrir com exatidão é o que aconteceu realmente para que voltássemos a estaca zero.

Dezenas de desenhos espalhados pelas cavernas do mundo existem mostrando figures com capacetes, antenas e algumas nos dão a impressão de estarem flutuando, como se o artista que fez o registro houvesse presenciado a cena. Os arqueólogos e antropólogos têm sugerido que estes desenhos representam meramente dançarinos cerimoniais e sacerdotes vestindo alguma vestimenta exótica relativa ao ritual do seu culto. O problema desta interpretação é que ela deixa de lado outros elementos associados, como a presença de antenas e ainda objetos que lembram instrumentos de comunicação ou armas.

Os exemplos de arte rupestre encontrados na Espanha, em Altamira e Ojo Guarea e nas cavernas francesas, como em Lascaux e Font de Gaume, têm provado que nossos ancestrais distantes foram capazes de representar o que viram com clareza e simplicidade que espanta os olhares do século 21. Os antigos astronautas têm sido descritos de várias formas, desde humanóides cinzas de olhos grandes até formas etéricas (espirituais); que se movem em naves, que entram e partem de nossa dimensão. Diferentes estórias da criação citam estes seres, deuses que muitos acreditam que semearam a vida na Terra e um dia retornarão. O sentimento de um deus retornando a Terra, um salvador, que restaura o equilíbrio da vida também estava presente na consciência de muitos povos.

ERICH VON DANIKEN

Este famoso pesquisador é um dos mais fortes proponentes desta teoria, autor de diversos livros sobre o tema – Eram Deuses os Astronautas – o mais famoso. Um outro best-seller “Carruagens do Deuses”, publicado em 1968, argumenta que naves aterrissaram da Terra muito tempo antes do surgimento da humanidade. Os antigos visitantes desenvolveram experimentos genéticos diversos e produziram vida inteligente. Estes novos seres receberam vários conhecimentos, o capítulo 8 do livro de Enoque fala o que os nephilins ensinaram aos homens:

“Azazyel ensinou os homens a fabricar espadas, facas e escudos, ensinou-os a produzir espelhos, braceletes e ornamentos para as mulheres, a utilizar pintura para embelezar as sobrancelhas e pedras de todos os tipos e valores, a manusear toda sorte de corantes, fazendo todas estas coisas para alterar o mundo. A impiedade aumentou, a fornicação multiplicou-se e eles transgrediram e corromperam todo os seus caminhos. Amazarak ensinava todos os encantos e propriedades das raízes; Armers, ensinava feitiçarias. Barkayal ensinava observação das estrelas; Akibeel ensinava signos; e Asaradel ensinava sobre o movimento da lua.”

Na visão deste autor Sodoma e Gomorra foram destruídas por armas atômicas. A arca da aliança era um gerador de energia ou ainda um potente transmissor que possibilitava o contato com seres do espaço. Até na cidade maya de Copan foi encontrada uma pedra que faz menção a estes antigos astronautas. Todos os mitos da criação conhecidos mencionam a presença de deuses e deusas que vêm a Terra em carruagens de fogo. A maioria destes mitos se referem a este deus como uma divindade solar, um deus-sol e a deusa, como a lua, demonstrando com isto a crença em uma dualidade, uma realidade bipolar, o pólo positivo e negativo, sem os quais nenhuma vida seria possível na Terra. No Egito temos Rá,(lê-se Rê) – raio de luz.

Estes deuses se locomoviam em objetos voadores. Na Índia estas carruagens voadores eram chamadas de “vimanas”. Em Abydos, no Egito, foi encontrado uma placa em metal polido à base de bronze. Nela, entre inúmeras curiosas figuras, pode-se ver claramente desenhos de objetos que se parecem com um avião e um helicóptero, feitos há mais de 4 mil anos.

As lendas da criação são fenômenos globais. Registros de sistemas de crenças de antigos astronautas vindo a Terra são o principal tema das placas sumerianas e foram estes registros que inspiraram os autores da Bíblia indubitavelmente. Na Bíblia aparece a palavra hebraica “elohim”, sendo traduzida como “ Deus”, veja:

Elohim ou Eloah são palavras relacionadas á divindade, sendo a primeira, forma plural da segunda, mas o exato significado destas é frequentemente questionado. Elohim é a terceira palavra no texto hebraico do Gênesis e ocorre frequentemente por toda a Bíblia. Em alguns casos (Ex. 3:4; Elohim o chamou do meio de um arbusto...) é geralmente interpretado como sendo o Deus de Israel em ação. Em outro caso: (Ex 20:3; Tu não terá outros elohim diante de mim), nos dá a idéia da noção politeísta que aquele povo possuía da presença de muitos deuses a sua volta. Temos no Gênesis ( 6:4; Os bene ha Elohim – filhos dos deuses - viram que as filhas dos homens eram belas e as tomaram por esposas...)

Gênesis capitulo 1:26; declara “E Elohim disse, vamos fazer o homem nossa imagem, Segundo nossa semelhança”. A forma plural sugere que Deus não é uma entidade singular, como o mundo foi condicionado a pensar ao longo de milênios. O épico sumeriano de Gilgamesh esta cheio de menções de carruagens de fogo e pessoas sendo levadas para o jardim de Deus. Este épico também contém muitos elementos paralelos com o Gênesis bíblico. Por exemplo: menciona um grande dilúvio e relata uma estória muito similar àquela em que Moisés é lançado nas águas. Os sumérios também tinham um Éden conhecido como “Dilmun”, que é descrito na estória de Enki e Ninhursag – as estórias da criação em ambos os textos apresentam detalhes semelhantes.

ZECHARIA SITCHIN

Zecharia Sitchin, autor do best-seller “O Décimo-Segundo Planeta”, um dos dez estudiosos que mais entende a escrita sumeriana, nos fala da presença dos anunnaki e de elementos extraordinários pertencentes na civilização chamada Sumer (Suméria).
Segundo a narração das placas sumerianas traduzidas por Zecharia Sitchin, os anunnaki vieram do planeta Nibiru para semear vida sobre a Terra.

O decifrar do texto cuneiforme sumeriano devemos a habilidade deste marcante estudioso, um lingüista que domina varias línguas antigas, suas descobertas têm causado espanto aos mais céticos cientistas. Em 1976, seu primeiro livro “The Twelfh Planet – Planet X” – começa uma odisséia que está revolucionando o campo da história antiga. Sitchin diz que o planetóide Nibiru, tem uma órbita elíptica e move-s no sentido horário, ele passa pelo nosso sistema a cada 3.600 anos, o que é igual a um ano nibiruano. Nibiru é chamado de décimo-segundo planeta ou planeta X. A teoria de Sitchin é baseada na sua interpretação dos escritos sumerianos que decifrou. Ele tem sido por décadas um arqueólogo e historiador no Oriente – médio, pesquisando a escrita mesopotâmica e documentando seus estudos na série de 5 partes – “The Earth Chronicles” – demonstrando a interação dos habitantes nibiruanos com a civilização terrena nos tempos antigos. Nibiru é habitado pelos Anunnaki – Nephilim – Elohim - os gigantes da Bíblia e anjos caídos , aqueles que do céu desceram a Terra e se misturaram com as mulheres dos terráqueos, como o próprio livro de Enoque registra e o livro do Gênesis o reproduz (Gn 6:4: Enoque 7).


OS DOGONS


Esta tribo, localizada na África ocidental, especificamente no planalto de Bandiagar e nos montes Hombori, na república do Mali, cultiva um mito criacional que fala de uma raça de alienígenas reptilianos, Nommos, que vieram a Terra procedentes da estrela Sirius, (8,5 anos-luz distante – é a mais brilhante estrela depois sol, de cor branca e magnitude 1,6, constelação cão maior, reconhecida em 1844 pelo astrônomo alemão Friedrich Wilhelm Bessel) instruindo-os com conhecimento que no século foram provados como fato. Os dogons têm sua origem relacionada aos egípcios, a fonte de seu conhecimento vem dos antigos sacerdotes daquela nação. Há similaridades entre a descrição dos alienígenas Nommos e os Anunnaki.

De acordo com Sitchin, os Nibiruanos aterrissaram na Terra, a colonizaram, exploraram seus minerais. Estabeleceram um porto espacial na área que está situado O Irã e o Iraque hoje. Criaram outras colônias obviamente. Interferiram na genética humana, foram responsáveis pela evolução do homo-sapiens através da mistura dos seus próprios genes com o do homem macaco, homo-erectus.

ANCESTRAIS SUPERIORES

Nas mitologias de todos os povos há referências a certos iniciadores que vindos de outros mundos trouxeram a ciência aos homens. A tese da pluralidade dos mundos não é uma teoria dos aloprados visionários do século 21. Entre os gauleses, Ogmius foi o inventor da escrita e também ensinou tudo que eles precisam saber. O mesmo teria feito Oannes para os caldeus e babilônios; Apolo aos gregos; Quetzalcoatl para os maias e astecas; Viracocha para os primitivos peruanos.

Por que certas raças não evoluíram e insistem ainda em não evoluir, seria apenas influência do meio? Qual fator fez com que uma tribo subjugasse outra e se tornasse sua mandatária? Tradições dignas de crédito nos permitem crer que existiu no passado raças tão sábias quanto a nossa, se bem que em alguns aspectos podemos afirmar que foram até superiores, não podemos esquecer que as grandes descobertas que surgiram a partir do século XVII estão baseadas em princípios já conhecidos de muitos povos antigos. Os vedas indianos trazem citações sobre a aeronave de um tal de Gurkha que lançava raios que feria aqueles que não lhe obedeciam. Outro manuscrito indiano nos mostra vários projetos de aeronaves bem detalhados, um manual aeronáutico.

Quando Marco Pólo chegou à China assustou-se com a evolução da China, já tinham inventado a pólvora, o papel, o tear, tecido de seda, a roda d’água, cartas náuticas, barcos de longo curso, lâmina para arado etc. Na medicina demonstravam um profundo conhecimento da relação mente e corpo, dos pontos nevrálgicos e como estimulá-los para se obter cura etc. O mesmo princípio também era conhecido dos indianos e dos tibetanos, que tratavam seus pacientes com terapias holísticas baseadas no conhecimento que possuíam sobre os centros de energia do corpo (chakras).

Assim como nossa raça de forma catastrófica um dia poderá ser dizimada, é bem provável que o mesmo tenha acontecido aos nossos ancestrais. O primeiros pais da nossa raça, da Atlântida perdida e da Hiperbórea (entre a Irlanda e Groenlândia), ou ainda a Terra de Mu, como aparece nos manuscritos Maias; desenvolveram a matemática, geometria, metalurgia e astronomia, elevando-as a categoria de ciências exatas. Há muito a descobrir!
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PARA PENSAR...

Para compreendermos a pequenez da nossa condição humana não precisamos olhar o céu estrelado, basta que consideremos as civilizações que existiram milhares de anos antes de nós,que foram grandes antes nós e antes de nós desapareceram. Cada novo achado representa um aprofundamento em novos conhecimentos, mas também significa muitas vezes que precisamos revisar antigos conceitos que aparentavam ser tão seguros.”

C.W. Ceram

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