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domingo, 22 de agosto de 2010

NÃO ESTAMOS SÓS NO UNIVERSO!

Gastei uns instantes pensando no título que daria a este artigo, a fim de que fosse chamativo o suficiente para que o maior número de pessoas possível o lesse. Não me ocorreu nada cuja essência se traduzisse melhor do que neste título: Acordem! Não estamos sós no Universo! Porque é exatamente isto que queremos dizer!

Caríssimos, como todos os que leem habitualmente esta minha série de artigos sabem que há tempos  venho me dedicando à Ufologia. Em princípio pelo motivo maior que compele qualquer um a se interessar pelo assunto: o contato; a visualização. Portanto, depois da décima ou décima primeira vez em que me deparei com objetos estranhos sobre a minha cabeça, decidi que bastava, e que era hora de investigar o que está acontecendo.


E, a partir desta decisão, e para resumir o raciocínio num espaço exíguo para o tanto que o tema comporta, a cada dia só faz crescer a certeza de que é do meu dever, como de todo ufólogo consciencioso, divulgar, compartilhar suas descobertas e conclusões com o maior número possível de pessoas. Porque é evidente - chega a ser gritante que algo poderoso nos arrasta a esta iniciativa. Algo que só compreendemos quando nos aprofundamos na pesquisa sincera dos fenômenos ufológicos em escala crescente ao redor de todo o planeta.

"Mas isto não me interessa, é muito distante da minha realidade mais imediata!" - alguns podem argumentar. Quero, de algum modo, esclarecer que este modo de pensar é um engano. Pela simples razão, meus amigos, que este Universo e este espaço mais próximo à Terra está infestado de vida! E não apenas de vida que se exibe a torto e a direito nos nossos céus, e que prossegue tranquilamente no seu curso de extensão incomensurável infinito afora, mas vida que, cada vez mais, interage conosco, aqui mesmo, e no mais das vezes à nossa revelia, no nosso âmbito planetário!

Repito: infestado!

Venho tendo acesso a imagens e a documentos espantosos; fotos, vídeos das missões espaciais. Tenho deparado cenas estarrecedoras de ufos aos montes passeando tranquilamente no espaço exterior mais imediato à Terra, quanto no espaço mais profundo do nosso Sistema Solar. E nem me refiro aqui aos aspectos melindrosos atinentes à variedade de dimensões e níveis nas quais estes fenômenos se manifestam, ultimamente bem pesquisada e analisada pela facção mais avançada dos ufólogos espiritualistas. Refiro-me, caríssimos, a UFOs propriamente ditos e vistos, e filmados pelas missões espaciais, e às imagens captadas à moda de qualquer filmagem produzida nos moldes tradicionais daqui da Terra, mesmo.

Uma prodigalidade espantosa de eventos simultâneos já de mistura com fenômenos outros pedindo estudo e explicação: luzes, clarões que se deslocam de modo aparentemente inteligente; formas circulares aos montes circundando os módulos espaciais russos e americanos; ruínas de civilizações em Marte; bases extraterrenas, mais UFOs, gigantescos, de formas e tamanhos incontáveis; construções artificiais sobre a Lua, Europa (lua de Júpiter), e Marte; bosques em Marte; esquadrilhas de naves...

E por qual razão misteriosa toda esta avalanche de informações vem vazando e sendo acessada, não tão dificilmente, por qualquer um que se interesse por Ufologia e vida extraterrena?! A resposta é aparentemente simples, mas talvez nem tanto: porque está sendo permitido! Porque a NASA, ou quem quer que esteja por detrás das manobras de acobertamento, por alguma razão qualquer, está de caso pensado deixando vazar!... Ou uma ufóloga sem nem tanto tempo assim de pesquisa como eu não estaria tendo acesso a todo este material assombroso em tão pouco tempo de estudo - alguns poucos anos - e com tanta facilidade!

A surpresa é que este questionamento, que compartilho com vocês nestes artigos em mais de uma oportunidade, não é apenas meu privilégio, mas de outros estudiosos experientes de outros países, como no caso do canadense que, utilizando a tecnologia do seu trabalho profissional com tvs a cabo, acabou acessando nada menos que as imagens impressionantes de várias missões espaciais, como a Myr.

Muitos chegaram também à conclusão de que alguma razão maior - talvez a iminência de um contato contundente com estas civilizações que nos visitam timidamente já de há séculos, dado o crescimento espantoso das ocorrências de contato nas últimas décadas - está compelindo as próprias autoridades, interessadas no sigilo, a dar carta branca, até certo ponto, ao acesso a estes informes, da seguinte forma: quem se interessar e mergulhar de cabeça, que então e finalmente se intere da verdade, sem intervenções de nossa parte. Sem ameaças e sem homens de preto...

Ou alguém duvida de que, se a NASA quisesse, não disporia de meios fulminantes de inibir qualquer tentativa de violação de imagens ou de declarações, neste sentido, desastrosas, dos próprios astronautas e outros, detentores dos maiores segredos das missões espaciais?!

Mas, e ainda, alguém há de alegar os projetos secretos de desenvolvimento de discos voadores das nações desenvolvidas, já de há décadas. Podem argumentar que tudo isto que é visto no espaço exterior é coisa produzida aqui mesmo, na escalada da guerra espacial em andamento ainda às ocultas. E a isto respondo: algum projeto secreto desta área já teria conseguido produzir objetos voadores com doze quilômetros de comprimento?! Ou da extensão da Terra, como os colossos fotografados nas proximidades de Júpiter?!

E os milhares de outros já filmados e fotografados no espaço profundo, de características e constituições bizzaras, insólitas?! Objetos que mudam de forma constantemente, como o observado pela tripulação de um vôo comercial na França, luzes fugazes que disparam como se  desmaterializassem, afora os casos que envolvem contatos telepáticos com seres e as abduções... onde se enquadraria,  o ainda certamente curto alcance dos projetos terrenos belicistas na produção de naves espaciais ainda muito, e bem, materiais, no seu sentido mais estrito e ortodoxo?!

Caros: é a pretexto destas realidades maiores com que vamos tomando contato em escala assustadoramente veloz que presto minha contribuição, no sentido de implantar uma visão mais fiel do que de fato é a Vida no Universo. 


 E o recado é este: A vida é universal, e nos cerca em todos os níveis e quadrantes do Cosmos! Circunda a todos nós, pouco acima de nossa atmosfera, espaço adentro, com espantosa prodigalidade, e bem acima de nós!


Grande abraço!

*A foto no início do texto é de uma das missões Apolo; reparem no detalhe à direita, no alto, o que parece uma protuberância emergindo de trás da cadeia de montanhas, na verdade, é um UFO gigantesco se elevando à distância. As missões tem incontáveis fotos deste tipo para a análise dos pesquisadores.

Christina Nunes

sexta-feira, 30 de julho de 2010

Rochas podem conter restos fossilizados de vida em Marte



Cientistas do Instituto de Pesquisa de Inteligência Extraterrestre (Seti, na sigla em inglês) identificaram rochas de 4 bilhões de anos que poderiam conter restos fossilizados de vida em Marte. As informações são da Agência Espacial Americana, Nasa.

A equipe de cientistas estava analisando a área conhecida como Nili Fossae quando fez a descoberta. O trabalho dos cientistas revelou que a área é muito similar a uma região da Austrália, onde algumas das mais antigas evidências do início vida na Terra foram encontradas preservadas em forma mineral.

Os pesquisadores do instituto americano acreditam que o mesmo processo hidrotermal que acontece na Terra quando os fósseis são preservados poderia ter acontecido nesse local do planeta vermelho.

A região de Nili Fossae deve ser visitada por uma sonda na Nasa, que pousará em Marte em 2011 e, só então, com uma melhor análise do material, a descoberta de fósseis marcianos poderá ser confirmada.

 
Links relacionados:
Nasa elabora mapa de Marte com melhor definição já vista
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Cientistas testam compostos para criar 'jardim' em Marte

Sonda Mars capta imagem de cratera gigante em Marte




terça-feira, 13 de julho de 2010

DITOS POPULARES ATRAVÉS DOS TEMPOS - Parte III


Pensando na morte da bezerra

Significado: Estar distante, pensativo, alheio a tudo.
 

Histórico: Esta é bíblica. Como vocês sabem, o bezerro era adorado pelos hebreus e sacrificados para Deus num altar. Quando Absalão, por não ter mais bezerros, resolveu sacrificar uma bezerra, seu filho menor, que tinha grande carinho pelo animal, se opôs. Em vão. A bezerra foi oferecida aos céus e o garoto passou o resto da vida sentado do lado do altar “pensando na morte da bezerra”. Consta que meses depois veio a falecer.


Não entender patavina
Significado: Não saber nada sobre determinado assunto. Nada mesmo.

Histórico: Tito Lívio, natural de Patavium (hoje Pádova, na Itália), usava um latim horroroso, originário de sua região. Nem todos entendiam. Daí surgiu i Patavinismo, que originariamente significava não entender Tito Lívio, não entender patavina.

Santinha do pau oco

Significado: Pessoa que se faz de boazinha, mas não é.
 

Histórico: Nos século XVIII e XIX os contrabandistas de ouro em pó, moedas e pedras preciosas utilizavam estátuas de santos ocas por dentro. O santo era “recheado” com preciosidades roubadas e enviado para Portugal.

Sem eira nem beira

Significado: Pessoas sem bens, sem posses.
 

Histórico: Eira é um terreno de terra batida ou cimento onde grãos ficam ao ar livre para secar. Beira é a beirada da eira. Quando uma eira não tem beira, o vento leva os grãos e o proprietário fica sem nada.
Aqui na região nordeste este ditado tem o mesmo significado, mas outra explicação. Dizem que antigamente as casas das pessoas ricas tinham um telhado triplo: a eira, a beira e a tribeira como era chamada a parte mais alta do telhado. As pessoas mais pobres não tinham condições de fazer este telhado triplo, então construíam somente a tribeira ficando assim “sem eira nem beira”.

Vá se queixar ao bispo

Significado: Como quem manda ir se queixar de algum problema a outra pessoa.
 

Histórico: No tempo do Brasil colônia, por causa da necessidade de povoar as novas terras, a fertilidade na mulher era um predicado fundamental. Em função disso, elas eram autorizadas pela igreja a transar antes do casamento, única maneira de o noivo verificar se elas eram realmente férteis. Ocorre que muitos noivinhos fugiam depois do negócio feito. As mulheres iam queixar-se ao bispo, que mandava homens atrás do fujão.

Cair no conto do vigário

Significado: Ser enganado por algum vigarista.
 
Histórico: Duas igrejas em Ouro Preto receberam um presente: uma imagem de santa. Para verificar qual das paróquias ficaria com o presente, os vigários resolveram deixar por conta da mão divina, ou melhor, das patas de um burro. Exatamente no meio do caminho entre as duas igrejas, colocaram o tal burro, para onde ele se dirigisse, teríamos a igreja felizarda. Assim foi feito, e o vigário vencedor saiu satisfeito com a imagem de sua santa. Mas ficou-se sabendo mais tarde que o burro havia sido treinado para seguir o caminho da igreja vencedora.

segunda-feira, 5 de julho de 2010

Remédios dos Nossos Avós

A Heroína da Bayer 
Um frasco de heroína da Bayer. Entre 1890 a 1910 a heroína era divulgada como um substituto não viciante da morfina e um remédio contra tosse para crianças.

Vinho de coca
O vinho de coca da Metcalf era um de uma grande quantidade de vinhos que continham coca disponíveis no mercado. Todos afirmavam que tinham efeitos medicinais, mas indubitavelmente eram consumidos pelo seu valor "recreador" também.

Vinho Mariani
O Vinho Mariani (1865) era o principal vinho de coca do seu tempo. O Papa Leão XIII carregava um frasco de Vinho Mariani consigo e premiou o seu criador, Ângelo Mariani, com uma medalha de ouro.

Maltine 
 Este vinho de coca foi fabricado pela Maltine Manufacturing Company de Nova York. A dosagem indicada dizia: "Uma taça cheia junto com, ou imediatamente após, as refeições. "


Glyco-Heroína
Propaganda de heroína da Martin H. Smith Company, de Nova York. A heroína era amplamente usada não apenas como analgésico, mas também como remédio contra a asma, tosse e pneumonia. Misturar heroína com glicerina (e comumente açúcar e temperos) tornava o opiáceo amargo mais palatável para a ingestão oral.


Ópio para a asma
Este National Vaporizer Vapor-OL era indicado "Para asma e outras afecções espasmódicas". O líquido volátil era colocado numa panela e aquecido por um lampião de querosene. 

Tablete de cocaína (1900) 
Estas tabletes de cocaína eram "indispensáveis para os cantores, professores e oradores". Eles também aquietavam a dor de garganta e davam um efeito "animador" para que estes profissionais atingissem o máximo de sua performance.


"Drops de Cocaína para Dor de Dente – Cura instantânea"
Os de cocaína para dor de dente (1885) eram populares para crianças. Não apenas acabava com a dor, mas também melhorava o "humor" dos usuários.


Ópio para bebés recém-nascidos
Você acha que a nossa vida moderna é confortável? Antigamente para aquietar bebés recém-nascidos não era necessário um grande esforço dos pais, mas sim, ópio. Este frasco de paregórico (sedativo) da Stickney and Poor era uma mistura de ópio e de álcool que era distribuída do mesmo modo que os temperos pelos quais a empresa era conhecida. "Dose – Para crianças com cinco dias, 3 gotas. Duas semanas, 8 gotas. Cinco anos, 25 gotas. Adultos, uma colher cheia."
O produto era muito potente, e continha 46% de álcool.


domingo, 4 de julho de 2010

DITOS POPULARES ATRAVÉS DOS TEMPOS - Parte II

Andar à toa
Significado: Andar sem destino, despreocupado, passando o tempo.

Histórico: Toa é a corda com que uma embarcação reboca a outra. Um navio que está “à toa” é o que não tem leme nem rumo, indo para onde o navio que o reboca determinar. Uma mulher à toa, por exemplo, é aquela que é comandada pelos outros. Jorge Ferreira de Vasconcelos já escrevia, em 1619: Cuidou de levar à toa sua dama.    
 
Casa de mãe Joana
Significado: Onde vale tudo, todo mundo pode entrar, mandar, etc.  

Histórico: Esta vem da Itália. Joana, rainha de Nápoles e condessa de Provença (1326-1382), liberou os bordéis em Avignon, onde estava refugiada, e mandou escrever nos estatutos: “que tenha uma porta por onde todos entrarão”. O lugar ficou conhecido como Paço de Mãe Joana, em Portugal. Ao vir para o Brasil a expressão virou “Casa da Mãe Joana”. A outra expressão envolvendo Mãe Joana, um tanto chula, tem a mesma origem, naturalmente.        
 
Onde judas perdeu as botas
Significado: Lugar longe, distante, inacessível.  

Histórico: Como todos sabem, depois de trair Jesus e receber 30 dinheiros, Judas caiu em depressão e culpa, vindo a se suicidar enforcando-se numa árvore. Acontece que ele se matou sem as botas. E os 30 dinheiros não foram encontrados com ele. Logo os soldados partiram em busca das botas de Judas, onde, provavelmente, estaria o dinheiro. A história é omissa daí pra frente. Nunca saberemos se acharam ou não as botas e o dinheiro. Mas a expressão atravessou vinte séculos.    
 
Da pá virada
Significado: Um sujeito da pá virada pode tanto ser um aventureiro corajoso como um vadio.  

Histórico: Mas a origem da palavra é em relação ao instrumento, a pá. Quando a pá está virada para baixo, voltada para o solo, está inútil, abandonada decorrentemente pelo homem vagabundo, irresponsável, parasita. Hoje em dia, o sujeito da “pá virada”, parece-me, tem outro sentido. Ele é O “bom”. O significado das expressões mudam muito no Brasil com o passar do tempo.        
 
Nhenhenhém
Significado: Conversa interminável em tom de lamúria, irritante, monótona. Resmungo, rezinga.  
Histórico: Nheë, em tupi, quer dizer falar. Quando os portugueses chegaram ao Brasil, eles não entendiam aquela falação estranha e diziam que os portugueses ficavam a dizer “nhen-nhen-nhen”.  




DITOS POPULARES ATRAVÉS DOS TEMPOS - Parte I



Dito Popular: “Quem tem boca vai a Roma”.
O correto seria: “Quem tem boca vaia Roma”. (do verbo vaiar).

Dito Popular: “Esse menino não pára quieto, parece que tem bicho carpinteiro”.
O correto seria: “Esse menino não pára quieto, parece que tem bicho no corpo inteiro”.

Dito Popular: “Batatinha quando nasce, esparrama pelo chão”.
O correto seria: “Batatinha quando nasce, espalha a rama pelo chão”.

Dito Popular: “Cor de burro quando foge”.
O correto seria: “Corro de burro quando foge!”


Dito Popular: “Cuspido e escarrado”. (alguém muito parecido com outra pessoa).
O correto seria: “Esculpido em carraro”. (tipo de mármore).

Dito Popular: “Quem não tem cão, caça com gato”.
O correto seria: “Quem não tem cão, caça como gato”. (ou seja, esgueirando, astutamente, traiçoeiramente).

Sinais de Cataclismos na Terra


Cidade submersa descoberta no Mediterrâneo no Egito próximo á Alexandria.

 Cidade submersa recentemente encontrada no Mediterrâneo na costa de GAZA – Palestina.

Muralhas, colunas e estradas em pedras submersas no Oceânico Pacífico.

 Muralhas, terraços e construções em forma de pirâmides submersas no Oceano Atlântico, onde presumivelmente localiza-se a Atlântida.

Trechos de uma muralha estendem-se da costa do México adentrando no mar por quilômetros.

As grandes reservas de petróleo em todo o globo é o resultado de material orgânico causado por grandes cataclismos que há milhões de anos tragaram florestas e seres vivos sepultando-os em grandes profundidades.

O fim de uma era glacial sempre provoca catástrofes com o degelo dos pólos, a proporção deste esta acima da nossa capacidade de cálculo.

Os mamutes encontrados nas geleiras próximo á Sibéria, tão preservados que em alguns casos ainda foi possível constatar capim em seus estômagos. Indícios de que o resfriamento ocorreu de forma repentina.

Presença de conchas e segmentos marinhos em planaltos de vários continentes em especial sobre montanhas do Tibet, provam que estas áreas elevadas já estiveram sob o fundo do mar.



domingo, 13 de junho de 2010

Breve História do MOUSE


Em 9 de Abril de 1997, o técnico de radar...

Douglas Engelbart recebeu em Washington o prêmio Lemelson-MIT de 500 mil dólares, um dos principais prêmios do mundo para inventores. Em 1968 ele tinha inventado o "XY Position Indicator For A Display System", uma engenhoca a que hoje se chama "mouse" e que é utilizado em todos os computadores.



No início, era uma caixinha de madeira que tinha apenas um botão. O invento de Engelbart ficou sem muita utilização por não haver de necessidade de tal dispositivo. Afinal a maioria dos computadores utilizavam apenas textos sem cursores na tela.

A partir da primeira metade da década de 80, mais precisamente em 1983, a Apple passou a utilizar o pequeno aparelho como dispositivo apontador nos seus micros Lisa. De lá pra cá, o nosso velho e querido "rato", ou "XY Position Indicator For A Display System", tornou-se parte integrante dos atuais PCs.


Foi possível criar o Windows da Microsoft porque o rato existia. Sem ele, trabalhar com esse sistema operativo ou navegar na Internet seria uma tarefa muito mais complicada. Pode mesmo dizer-se que a partir do lançamento do Windows 3.1, em Abril de 1992, o lugar do mouse como peça indispensável estava assegurado.

Na época Douglas Engelbart vendeu a patente do "X-Y Position Indicator" (MOUSE) por 10.000 dólares. Nestes trinta e seis anos, centenas de milhões de computadores e certamente um número igual ou maior de mouses foram vendidos. Se Engelbart tivesse ficado com a patente, teria ficado muito rico.

Fascinante descoberta (Filhote de Mamute Congelado)

Um filhote de mamute quase perfeito de 40.000 anos foi achado na Sibéria, uma extraordinária fonte de pesquisa de espécies desaparecidas.

Fonte: ngm.nationalgeographic.com
 
 

sexta-feira, 11 de junho de 2010

Mistérios da História

Pergunta a um professor de história se ele ou ela consegue explicar isto…
mas eu penso que não vão conseguir.


Abraham  Lincoln foi eleito para o  Congresso em 1846.  
John F. Kennedy foi eleito para o Congresso em  1946. 

Abraham Lincoln foi eleito Presidente em 1860.
John F. Kennedy foi eleito Presidente em 1960. 

Ambos se preocupavam muito, sobretudo com os direitos civis.  
Ambas as esposas perderam filhos enquanto habitavam a casa branca.

Ambos os Presidentes foram assassinados numa sexta-feira.
Ambos os Presidentes levaram um tiro na cabeça.

E agora é que se torna mais estranho:

O secretário de Lincoln chamava-se Kennedy,
O secretário de Kennedy chamava-se Lincoln.

Ambos foram assassinados por alguém dos estados do sul.
Ambos os presidentes foram sucedidos por um homem do sul chamado Johnson.
Andrew Johnson, que sucedeu a Lincoln, nasceu em 1808.
Lyndon Johnson, que sucedeu a Kennedy, nasceu em 1908.
 

John  Wilkes Booth, que assassinou Lincoln, nasceu em 1839...
Lee  Harvey Oswald, que assassinou Kennedy, nasceu em 1939...

Ambos os assassinos eram conhecidos pelos seus 3 nomes.
Ambos os  nomes eram formados por 15 letras.

E agora, segura-te: 


Lincoln foi assassinado num teatro chamado "Ford".
Kennedy foi assassinado num carro da marca Lincoln, feito pela "Ford"

Lincoln foi assassinado num teatro e o seu assassino correu para um armazém para se esconder. 


Kennedy  foi assassinado por um  atirador que estava num armazém, o qual   fugiu para um teatro e escondeu-se lá.

Booth e Oswald foram assassinados antes do seu processo.

E aqui vai a cereja no topo do bolo….

1 semana antes de  Lincoln ser assassinado, ele esteve em Monroe, no estado de  Maryland.


1 semana antes de Kennedy ser assassinado, ele esteve com   Marilyn Monroe.


Vixe!!!!

 

sábado, 15 de maio de 2010

O TRIÂNGULO DAS BERMUDAS E OS DISCOS VOADORES


Faz décadas que os chamados discos voadores são responsabilizados pelo desaparecimento de aviões e barcos no lugar antigamente chamado "Triângulo do Diabo", "Triângulo Maldito", "Triângulo da Morte", "Mar dos Barcos Perdidos" ou "Cemitério de Barcos" e, atualmente, "Triângulo das Bermudas". Os OVNIS têm sido freqüentemente relacionados coma água. No mundo todo, muita gente garante ter visto "luzes submarinas" debaixo de navios, sem qualquer possibilidade de tratar-se de submarinos.

Eles foram vistos pousados sobre a superfície de lagos, rios, do mar. Curiosamente, existe uma ilha, Porto Rico, que tem recebido inúmeras aparições de OVNIs. Por estar situada na misteriosa região, nosso interesse aumenta muito. O nome "Triângulo das Bermudas", que acabou se popularizando, se deve a um fato que ocorreu em 05/12/1947, quando houve o desaparecimento até hoje inexplicável de seis aviões navais da Marinha de Guerra dos Estados Unidos.

Cerca de uma hora depois da partida do avião, a torre de controle da base de Fort Lauderdale recebeu um estranho comunicado do comandante da esquadrilha: "Chamando a torre...circunstâncias críticas...parece que estamos fora da rota...não conseguimos avistar a terra...não estamos seguros de nossa posição... até o mar não é como deveria ser". Passado um tempo, a torre de controle não conseguiu mais falar com nenhum dos aviões, por razões até hoje não esclarecidas. A última mensagem recebida do comandante daquela esquadrilha dava conta de ventos fortes na rota dos aviões. Há quem diga que ele teria dito "Estamos entrando na ‘água branca’...estamos perdidos...não me sigam!" Mas essas mensagens não foram confirmadas. Nunca foram encontrados destroços ou os restos dos tripulantes.

Desde então, misteriosas desaparições que ocorreram nesse triângulo mortal custaram mais de 1000 vidas e nenhum corpo foi recuperado, como também não foram achados destroços dos aviões ou barcos desaparecidos na região. A causa desconhecida que fez seis aparelhos da Força Aérea americana desaparecer devia ser a mesma que vinha dando sumiço a dezenas de embarcações na mesma área.

Mas serão os mistérios do "triângulo" insolúveis mesmo? Há quem pense que o mistério daquela região não seja um mistério: que todas as desaparições possam ser explicadas racionalmente e que tudo seria "coincidência". No caso da esquadrilha de aviões desaparecida, muitos crêem que tudo não passou de uma sucessão de vários erros dos tripulantes, da base e de coincidências desastrosas na área, como os ventos mencionados pelo comandante. Os defensores do "mistério" contra-atacam, perguntando: "Como foi que não se achou um só fragmento, apesar da enorme busca? E os outros navios e aviões que se perderam nas redondezas?"

NO SÉCULO 19

Em 25/02/1855, um navio de três mastros foi avistado por outro navegando à deriva, sem qualquer vestígio de sua tripulação. O carregamento estava intacto e os salva-vidas em seus lugares. Anos depois, em fevereiro de 1880, o navio-escola inglês "Atlanta", com 280 homens à bordo, viaja pela região rumo à Inglaterra. Sumiu no meio do caminho e seus destroços nunca foram achados.

Num dia não determinado de 1881, nas proximidades dos Açores, um navio americano chocou-se contra uma barcaça abandonada, em bom estado. Nenhum sinal de vida foi achado a bordo dela. Alguns marinheiros americanos foram designados para controlar a barcaça vazia, mas uma tempestade impediu que as embarcações navegassem lado a lado todo o tempo. A barcaça foi achada algum tempo depois e, misteriosamente, os marinheiros americanos também tinham desaparecido!

REGIÃO FAMOSA

O nome "Triângulo das Bermudas" se popularizou com o escritor Charles Gaddis, que divulgou a história em seu livro "Horizontes Invisíveis" (1965 ), além da publicação do artigo "O Mortal Triângulo das Bermudas" pela revista "Flying Saucer Review" , especializada em OVNIs. E ainda que todos os autores de livros e articulistas que mencionam o assunto coincidam ao dizer que os limites da "zona misteriosa", ao serem traçados sobre uma carta marinha, formam um triângulo com as pontas em Miami, as Bermudas e Porto Rico, as estatísticas das desaparições mostram que, mais que um triângulo, a zona perigosa forma uma elipse.

De qualquer maneira, seja triângulo, elipse ou qualquer outra forma geométrica, a maioria dos desaparecimentos de aviões e barcos aconteceu e ainda acontece dentro do "Triângulo das Bermudas". Dentro dessa extensa zona, em que as profundezas do oceano Atlântico superaram os seis mil metros, é onde, como se disse antes, se localizou o maior número de desaparições inexplicáveis de barcos e aviões.

Sobre este particular, vejamos o que diz um conhecido especialista em OVNIs, o espanhol Antonio Rivera, em um artigo publicado pela revista "Cíclope", editada na Espanha:

"Mas, existe uma zona do Globo onde os desaparecimentos, não só de aviões, mas também de barcos, tornaram-se tão freqüentes que só a sua menção basta para provocar um estremecimento nos marinheiros mais curtidos. Tudo começou com o petroleiro "Marine Sulphur Queen", desaparecido em 03/02/1963; dois quadrimotores modelo KC-135, desaparecidos com boas condições de tempo a 28/08/1963; o pesqueiro "Sno’Boy", desaparecido em 01/07/1963 sem deixar rastro; e um avião petroleiro militar tipo KB-50, sumido em 08/01/1962. Parece que o ‘Projeto Magnet’, da Marinha americana, detectou, mediante seus aviões equipados com magnetômetros ultra-sensíveis, a existência de forças magnéticas peculiares procedentes de cima na zona de Key West, no Caribe. Este projeto é secreto e, segundo a NICAP, tem nessa zona uma relação direta com os ÓVNIS:

“Houve outros casos estranhos, que ocorreram entre 1947 e 1949. Em 1947, uma superfortaleza voadora norte-americana desapareceu estranhamente a 100 milhas das Bermudas. A busca intensa realizada por um grande número de barcos e aviões não conseguiu resolver o mistério, que a Aeronáutica americana tratou de explicar, atribuindo-o a uma tremenda corrente de ar ascendente que desintegrou o enorme bombardeiro. Uma explicação parecida recebeu a desaparição, em março de 1950, do Globemaster norte-americano que cruzava o Atlântico rumo à Irlanda. Em 30/10/1954 um avião da Marinha americana com 42 pessoas a bordo e carregado com equipamentos militares, desapareceu entre Maryland e os Açores. A operação de busca envolveu 300 aviões e várias dezenas de navios. Nunca acharam nada daquele avião”.

"A 30/01/1948, um avião de passageiros Tudor, da British South America Airways, sumiu quando voava a umas 400 milhas das Bermudas. O aparelho levava uma tripulação de 6 homens e 25 passageiros. O tribunal pelo qual se realizou a investigação sobre as prováveis causas do acidente só pôde dizer que "estas deveriam ser externas". Quase um ano depois desse incidente, um outro avião Tudor, da mesma empresa com 13 passageiros e uma tripulação de sete homens desapareceu nas Bermudas quando se dirigia para a Jamaica.

Apesar dos esforços de busca, não se conseguiu resolver o mistério. Não encontraram nenhum resto flutuante, mas aconteceu algo estranho: durante a primeira noite de busca do Tudor, dois aviões (um britânico e o outro americano) comunicaram independentemente um do outro terem visto uma estranha luz no oceano, na zona onde desapareceu o primeiro dos aviões Tudor."Na noite de 09/02/1913 viu-se uma "procissão celeste de estranhas luzes" no Canadá, nos Estados Unidos, no mar e sobre as Bermudas. Segundo relatou uma testemunha do acontecimento, "parecia um trem expresso iluminado à noite".

A lista de navios, pesqueiros, iates e pequenas embarcações desaparecidas sem lançar SOS e sem deixar vestígios é muito grande e certamente vai aumentar ainda mais. O que apresentamos nesta seção é apenas pequena amostra entre uma infinidade de fatos insolúveis. O falecido explorador e zoólogo Ivan T. Sanderson publicou há alguns anos, na revista "Saga", um artigo intitulado "Doze Cemitérios do Diabo ao Redor do Mundo", no qual afirma que, além do Triângulo das Bermudas, há no mundo outras 11 zonas onde ocorrem as desaparições que nos preocupam.

Sanderson e seus colaboradores examinaram farta documentação e estatísticas, chegando à conclusão de que a maioria dos misteriosos fatos acontecidos ocorreu em 12 zonas de forma triangular ou oblonga, perfeitamente identificáveis e delimitadas. Entre elas está não somente o Triângulo das Bermudas, mas também seu equivalente, o "Mar do Diabo", localizado a Leste do Japão, entre Iwo Jima e a ilha Marcus.

O MAR DO DIABO

O caso mais impressionante dos muitos que ocorreram no "Mar do Diabo" foi o do navio Kaiyo Marus, enviado pelo governo japonês justamente para pesquisar o mistério daquela região e que desapareceu sem deixar rastros. Cientistas e especialistas estavam naquele navio e nunca mais foram vistos.Exceto em duas zonas, situadas no Pólo Sul e no Pólo Norte, estas regiões críticas estão localizadas entre os paralelos de latitude 30° e 40°, de ambos os hemisférios e com uma separação aproximada de 72° de longitude entre os centros de uma e de outra.
Sanderson explica que, em sua maioria, essas zonas (que chamaremos de "Zonas de Anomalias Geomagnéticas" ou zonas AMG) estão localizadas a Leste das Testemunhas garantem ter plataformas continentais, ou seja, onde as correntes oceânicas quentes, em seu trajeto para o Norte, se encontram com as correntes frias que fluem até o Sul, originando pontos nodais (onde as correntes submarinas e as de superfície tomam caminhos diferentes).

No que diz respeito às correntes submarinas, estas fluem tangencialmente e, por causa das distintas temperaturas que as afetam, provocam turbulências magnéticas que influem adversamente sobre os sinais eletromagnéticos ou de rádio, afetando as comunicações e, inclusive, sob condições especiais, a gravidade. Em casos extremos, chegam a provocar o desaparecimento de barcos e aviões.

Diz Sanderson que a Terra opera por magnetismo e pergunta: será que o Triângulo do Diabo e as demais zonas AGM não estariam atuando como enormes geradores de outros tipos de anomalias, tais como certos torvelinhos, nos quais os objetos materiais são submetidos a uma continuidade tempo-espaço diferente? No livro "Limbo dos Perdidos", John Wallace Spencer, ex-piloto da Força Aérea americana dá uma lista das mais importantes desaparições e sustenta, como Charles Berlitz que, para levar os veículos sumidos para fora de nosso planeta, os supostos discos voadores vêm seqüestrando barcos e aviões há várias décadas.

A opinião de ambos coincide com a de John Harder, conhecido ufólogo e professor de engenharia da Universidade de Berkeley (Califórnia - EUA), que expôs, em 1973, a teoria incomum de que nosso planeta poderia se constituir em uma espécie de zoológico cósmico isolado do resto do universo, cujos guardiães fazem de tempos em tempos uma seleção, levando alguns exemplares de seus habitantes.

Essa teoria, ainda que esteja dentro das possibilidades de ser tomada em consideração, não pode ser aceita imediatamente, ainda que estejamos convencidos de que os discos voadores e os extraterrestres realmente existem.

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PARA PENSAR...

Para compreendermos a pequenez da nossa condição humana não precisamos olhar o céu estrelado, basta que consideremos as civilizações que existiram milhares de anos antes de nós,que foram grandes antes nós e antes de nós desapareceram. Cada novo achado representa um aprofundamento em novos conhecimentos, mas também significa muitas vezes que precisamos revisar antigos conceitos que aparentavam ser tão seguros.”

C.W. Ceram