Páginas

sexta-feira, 8 de janeiro de 2010

ASTRONOMIA FANTÁSTICA DOS ANTIGOS


Nossos ancestrais, que viveram há dezenas de milhares de anos, possuíam conhecimentos astronômicos inexplicáveis, cujos traços foram recentemente descobertos em seus calendários, bem como nas dimensões e orientações que eles davam aos seus monumentos.  A astronomia neolítica tem por objetivo determinar a precisão destes conhecimentos e tenta descobrir como é que nossos ancestrais puderam adquiri-los por si mesmos, sem telescópios e calculadoras. Estes conhecimentos já existiam há 40 mil anos. Isto porque foram encontradas grandes quantidades de ossos de animais pré-históricos na França datando desta época, os quais estavam cobertos por centenas de entalhes que indicavam anotações astronômicas.

CICLOS PLANETÁRIOS

Ano de Sirius

É a mais brilhante estrela no céu, o ano desta estrela é 12 minutos mais longo que o ano solar, sendo necessário 43.200 anos de 360 dias para que o sol e Sirius se encontrem no mesmo  ponto na abóboda celeste.  Isto já era de conhecimento dos astrônomos egípcios, já que o número 432 tem sido encontrado nos cálculos astronômicos e nas dimensões dos seus monumentos.

Ciclo Júpiter/Saturno

7.254 dias é o período do ciclo de conjunção destes planetas, sendo a base do misterioso calendário maia, o qual os arqueólogos clássicos julgavam baseados no número 7.200, isto é, 20 anos de 360 dias de duração cada. Isto explica porque o calendário maia que havia sido calculado apresentava um erro de 54 dias a cada 20 anos. 

Ano Lunar

Ano lunar de 364 dias representava 13 meses de 28 dias. 15 desses anos representavam 7 ciclos sinódicos de Marte de 780 dias.

Os ciclos do Calendário Maia

Ele consistia de 7 ciclos inter-relacionados, incluindo um ano solar de 365 dias, um ano cerimonial de 260 dias, um ciclo lunar, um ciclo venusiano e dois outros , cujo significado jamais foi identificado. Correndo concomitantemente esses ciclos interagiam, formando um calendário que se repetia a cada 52 anos, em ciclos permanentes. O que inspirou este povo elaborar o mais complexo e perfeito calendário da antiguidade e porquê eram tão obcecados pelo planeta Vênus  é um total mistério.

Ciclos Sinódicos
Período que um planeta leva para  de novo se posicionar entre a Terra e o sol.

Mercúrio – 117 dias
Júpiter – 399 dias
Saturno 378 dias
Urano – 370 dias

REGRESSÃO FORÇADA

Basta-nos agora descobrir, após que cataclismo, estes extraordinários conhecimentos de astronomia foram perdidos, já que os que vieram depois os ignoravam a ponto de pensar por um longo período que a Terra era o centro do universo. Por este ponto de vista fica claro que a nossa raça por imposição do meio regrediu e não foi pouco.

CICLOS CLIMÁTICOS DA TERRA

A Terra passa ao longo de milhares de anos por períodos climáticos agradáveis e outros terríveis, em que o clima é frio e seco, com as calotas glaciais nos dois pólos estendendo-se  até 40º da linha do Equador, neste período a vida animal ou vegetal fica muito reduzida e concentrada na zona tropical. Estes ciclos  climáticos já eram conhecidos pelos nossos antepassados. Os maias possuíam um ciclo de 5.200 anos, representando 260 ciclos de conjunção de Júpiter e saturno, com 20 anos cada. Os egípcios possuíam um grande ciclo de 7.592.000  anos, isto é, 363 ciclos climáticos da Terra, com 20.800 anos cada.  

ALTA TECNOLOGIA NA ANTIGUIDADE



“Há duas histórias: a oficial mentirosa e a secreta, é nesta última que estão as verdadeiras causas dos acontecimentos”. Honoré de Balzac – escritor francês

“A história é a arte de escolher entre muitas mentiras, uma que melhor se adapta a realidade”. Anônimo



        O Egito era uma colônia da Atlântida a leste, da mesma forma que os impérios astecas, maia e inca o eram no oeste. Os atlantes possuíam conhecimentos elevados em muitas áreas, também voavam em aeronaves, extraiam energia dos cristais para cura e outras utilidades; suas aeronaves eram conhecidas como vimanas.

        No conto indu ramayana há a descrição de um carro celestial de Rama, o grande instrutor da Índia, no tempo dos brâmanes. O diretor da Academia Internacional de Estudos do sânscrito na Índia (Dr. G.R. Josyer) , encontrou um tratado de aeronáutica que foi escrito há mil anos. Ele foi atribuído ao sábio indu Bharadway, que escreveu um manuscrito chamado “Vymaanika Shaastra”, cujo significado é “A Ciência da Aeronáutica”, composto de 8 capítulos  com diagramas que descrevem 3 tipos de objeto voador e menciona 31 partes essenciais destes veículos e 16 materiais  dos quais eles são constituídos. Segue uma lista de vestígios que apontam para a presença de elementos tecnológicos no passado oculto do homem: 

Lentes modernas no mundo antigo
No Iraque e no Egito foram encontradas lentes lapidadas de cristal, que hoje só podem ser manufaturadas mediante a aplicação de óxido de césio, produto que só pode ser obtido por processos eletroquímicos.

Tecido moderno no mundo antigo
Em Heluã existe um pedaço de pano tecido com uma delicadeza e suavidade que hoje só poderiam ser produzidas numa fábrica especializada, por tecelões de grande conhecimento e notável experiência técnica

Pilhas elétricas na Mesopotâmia
No Museu de Bagdá estão expostas pilhas elétricas secas, que trabalham segundo o princípio galvânico. No mesmo local podem ser admirados elementos elétricos com elétrodos de cobre e um eletrólito desconhecido.

Precisão cirúrgica
A Universidade de Londres possui, em seu departamento egípcio, um osso pré-histórico, amputado com mestria, 10 centímetros acima da articulação na mão direita, em corte liso de 90 graus.


Astronomia pré-histórica
Nas montanhas da região asiática de Kohistan existe um desenho, em certa caverna, que reproduz as posições exatas dos corpos celestes, como de fato as ocupavam há 10.000 anos.

Metalurgia andina
No planalto do Peru foram encontrados ornamentos fundidos em platina, diga-se a tempo que a platina só começa a fundir-se a uma temperatura de 1.800 graus.

Acessórios de alumínio
Num túmulo em Chou-Chou ( China ) encontraram-se partes de um cinto feitas de alumínio, metal que só com dificuldades consideráveis pode ser extraído da bauxita.

Pilar eterno
Em Délhi existe um velho pilar de ferro, que não contém fósforo, nem enxofre e, por isso, não pode ser destruído por influências meteorológicas.

Calendário Estelar
Encontrou-se no Egito um calendário exato, 4.221 anos antes da nossa era! Esse calendário orienta-se pelo nascer de Sírio e dava ciclos anuais de mais de 32.000 anos.


Astronomia Extraordinária
Os maias sabiam que o ano de Vênus tem 584 dias e avaliavam a duração do ano terrestre em 365.2420 (Cálculo exato hoje: 365,2422).

Os avós do telescópio
Embora muitos livros escolares digam que Galileu foi o inventor do telescópio, a história da ciência conta que foram fabricantes de óculos holandeses do século XVI que descobriram o poder de lentes colocadas frente a frente. Galileu foi, sim, um dos primeiros a usar o artifício para estudar o céu noturno. Mas, segundo um professor da Universidade de Roma, Giovanni Pettinato, essa história tem de ser reescrita: astrônomos assírios teriam usado um telescópio três mil anos antes. A prova é uma lente, hoje exposta no Museu Britânico, desenterrada em 1850 por um arqueólogo inglês. Pettinato diz que seus estudos tentam provar que só a existência de um telescópio, mesmo rústico, pode explicar por que os assírios sabiam tanto de astronomia. Certo ou não, um fato é indiscutível: essa lente é mesmo a mais antiga já conhecida.

Astrônomo grego calculou com precisão a distância entre a Terra e o Sol
Em 280 antes da Era Cristã, já se sabia que a Terra e a Lua giravam em redor do Sol. O astrônomo grego Aristarco formulou esta teoria e calculou com muita precisão a distância da Terra ao Sol e à Lua. Seu método de cálculo era de tal forma engenhoso que, no século 17, Joannes Kepler ainda o utilizava em seus trabalhos.

Sábio grego mediu a circunferência da Terra com grande precisão em 300 a.C.
A maior façanha científica da História pertence ao sábio grego Eratóstenes (300 anos a.C.). Mediu a circunferência da Terra com grande precisão, apenas comparando a diferença das sombras projetadas pelos objetos, no mesmo momento, em duas cidades distintas - Alexandria e Siene (hoje Assuã). Obteve 43.200 quilômetros - apenas 9,27% a mais do que os 40.075 quilômetros medidos com os instrumentos modernos.

Homens da caverna
De acordo com o Dr. Alexandre Marshack, de NY, os homens das cavernas já anotavam suas observações astronômicas há 35.000 anos!

Maias
Os maias construíram estradas, mas não usavam a roda, embora a conhecessem. Foi encontrado na pirâmide de Tical, Guatemala, um fantástico colar de jade verde de cinco voltas, mas o jade é originário da China!

Trajes modernos na pré-história
Pedras pré-históricas encontradas em Lussac, França, ostentam desenhos de homens, em trajes perfeitamente modernos, de chapéu, paletó e calça curta.

Mistério
Todo turista conhece a ilha Elefantina, em Assuã. Já nos escritos mais antigos a ilha se chama Elefantina, porque tinha o aspecto de um elefante. Isto é certo: a ilha parece um elefante. Mas de onde sabiam disso os antigos egípcios, uma vez que esta forma só pode ser reconhecida se vista de grandes alturas? E ali não há montanha alguma que ofereça a possibilidade de visualização da ilha inteira!

Radioatividade no mundo antigo
Os Russos descobriram na Índia um esqueleto humano de 4.000 anos, portador de radioatividade superior em 50 vezes o ambiente, tudo indicando que o indivíduo havia consumido alimentos contaminados com radioatividade 100 vezes maior que a média ordinária! No Líbano existem fragmentos de rocha vítrea, chamados tectites, nos quais o americano Dr. Stair descobriu isótopos radioativos de alumínio. Em países como Austrália, França, Índia, Líbano, África do Sul e Chile existem singulares "pedras" negras, ricas em alumínio e berílio. Pesquisas revelam que essas pedras, em épocas mais remotas, deveriam ter sido expostas a forte bombardeio radioativo e elevadas temperaturas.

Humanóide de bronze
Ainda dentre achados russos, há a estatueta de bronze de um ser humanóide, em uma roupa pesada, hermeticamente ligada a um capacete. Sapatos e luvas estão do mesmo jeito ajustados ao traje.

Astronomia Babilônica
Numa placa babilônica, que se encontra no Museu Britânico em Londres, o visitante pode tomar conhecimento dos eclipses lunares do passado e do futuro.

Desenhos de foguete em pirâmides chinesas
Em Cunming, capital da província chinesa de Iunã, foram descobertas gravações em relevo de "máquinas" cilíndricas semelhantes a foguetes que, em sua representação figurada sobem em direção ao céu. Essas gravações foram encontradas sobre pirâmides que, durante um abalo sísmico, repentinamente emergiram do fundo do lago de Cunming.

Placas sumerianas...
com escritos cuneiformes apresentam estrelas fixas rodeadas de planetas.

Metalurgia antiga
Em Ezeon-Geber está a maior instalação fundidora do Oriente Antigo: um forno regular de fundição, ultra moderno, com um sistema de canais ventiladores, chaminés e aberturas com finalidades específicas. Peritos em mineração, de nossos dias, ficam estarrecidos diante do fenômeno, até hoje não esclarecido, de como, nessa instalação antiqüíssima, podia ser purificado cobre. Era esse, sem dúvida, o caso, pois em poços e galerias nos arredores de Ezeon-Geber, foram encontrados grandes depósitos de sulfato de cobre. A todos esses achados atribui-se a idade mínima de 5.000 anos.

segunda-feira, 21 de dezembro de 2009

NATAL E SUAS ORIGENS



“A concepção do natal é um primor de imaginação.”
(Charles Guinebert – Professor de História da Sorbonne - Paris).


Os mitos do passado se revestem de nova roupagem e são apresentados como algo original. Neste contexto a astroteologia dos povos antigos têm grande influência no pensamento religioso que tomaria lugar séculos mais tarde, principalmente no que se refere ao mito solar.


Na Europa e na Ásia o inverno rigoroso parece extinguir a vida, os campos morrem sob a neve, mas nos últimos dias do inverno, quando a constelação de virgem começa a aparecer no céu, a Terra começa fazer o giro de retorno, entre os dias 23 e 25 de Dezembro, é o solstício de inverno, quando o sol começa a dar o ar de sua graça.


É o nascimento do sol, depois de um longo e tenebroso inverno. Assim como os primeiros raios do sol aparecem e são recebidos com esperança, pois faz ressuscitar a flora, reanima a fauna e traz a promessa de novas colheitas, da mesma forma é o nascimento do Messias, que é visto como a divindade solar encarnada. 

Analogia entre o sol e os Messias, semi-deuses e deuses solares do mundo antigo:


O sol nasce no hemisfério norte; nasce sob a constelação de virgem.
O filho de Deus nasce de uma virgem.


O sol depois do inverno traz a esperança de renovação da vida.
O filho de Deus traz esperança de vida aos que o recebem.


O sol é acompanhado pelos 12 meses e  pelos doze signos astrológicos.
O filho de Deus é acompanhado pelos 12 apóstolos.


Todos os aspectos do mito solar invadem a biografia do Messias judeu e transferem o seu nascimento do plano histórico para o mítico. 


Bibliografia consultada:

Dupuis, Origines de Tous Les Cultes – Paris, 1794.
Couchoud, Le Mystere de Jesus – Paris, 1924.
Arthur Drews, O Mito de Jesus, Carlshue – Alemanha, 1911.
Robert Graves, The World’s Sixteen Crucified Saviors.
J. A. Finlay  The Rock of Truth.

Para saber mais:












sábado, 19 de dezembro de 2009

MICROCHIPS EM HUMANOS: UMA REALIDADE


 


“Que tal viver num mundo em que somos vigiados e monitorados 24 horas por dia, como num filme. Rodeado de sensores tamanho de uma cabeça de alfinete – instalados em sua casa e carro e artigos de supermercado, também poderá ser implantado em humanos – que tomam nota de seus movimentos, transmitindo dados em tempo real a empresas e agências do governo”.
Carmelo Luiz Marrero
(Diretor do Projeto de Biosegurança de Puerto Rico)


“Os primeiros implantes cerebrais foram inseridos cirurgicamente em 1974 no estado de Ohio, E.U.A. e também em Estocolmo, Suécia. Em 1946 foram implantados eletrodos em crânios de bebês sem el conhecimento de seus pais. Na década de 50 e 60, foram realizados implantes em cérebros de animais e seres humanos E.U.A., através deste procedimento estudos foram desenvolvidos sobre o funcionamiento cerebral e corporal.

Os seres humanos que tiverem um microship implantado podem ser rastreados e monitorados em todas partes do mundo por satélites. Suas funciones mentais podem ser monitoradas a distância por super computadores e incluso se las puede alterar modificando sus frecuencias. Em experimentos secretos com porquinhos da Índia, foram comprovadas muitas possibilidades, como o monitoramento das suas funções físicas e mentais”.
Rauni-Leena Luukanen-Kilde
(Doutora em Medicina - Ex-Ministra de Saúde da Finlândia)

SUAS APLICAÇÕES SÃO VARIADAS:

NA MEDICINA
Algumas das suas aplicações soa maravilhosas, pois facilitará muito a vida das pessoas que têm uma doença crônica, pois em caso de alguma emergência através de um microship implantado todas as informações que o médico precisará saber estará lá. Em caso de um AVC ou pane cardíaca, um aviso poderá ser transmitido instantaneamente a um serviço médico emergencial.

NO COMÉRCIO
Você entrará em um shopping ou hipermercado ou qualquer outro comércio local, em cada produto haverá um microship que automaticamente, a medida em que você coloca os produtos na cesta ou no carrinho vai contabilizando as compras para você. No final da suas compras ao passar por um sensor o valor que você deve pagar será deduzido da sua conta bancária, já que o seu microship já foi detectado pelo sensor local, e o número do seu microship cadastrado tornará a operação muito simples.

Os cartões de créditos no futuro estarão implantados sob a pele dos seus usuários. Segundo uma pesquisa na Inglaterra, muitos consumidores aceitariam está prática, como meio de agilidade nas compras e para se evitar qualquer tipo de fraude. Esta tecnología tem atraído indústrias, como a Procter & Gamble e Benetton , as quais foram pioneiras em seu uso, mas a Wal-Mart foi a primeira companhia em convertê-lo em norma.

NA SEGURANÇA
As pessoas condenadas por algum delito e que em liberdade não ofereçam nenhum perigo á sociedade poderão ficar livres do sistema prisional, pois será monitoradas facilmente de qualquer lugar. Para assegurar a segurança em aeroportos, tanto o governo britânico como o dos E.U.A., pensam em implantar microships em seus cidadãos. Depois da catástrofe de 11 Setembro, e com as constantes ameaças de terrorismo aumentou o interesse pelos implantes de chips em pessoas como medida de segurança. Os primeiros experimentos estão em marcha.

MONITORAMENTO DE ANIMAIS
Esta função já está plenamente em execução no Brasil. Em Curitiba por exemplo, por R$ 9,00 (nove reais), qualquer cachorro poderá ter um microship implantado, o que facilitará a sua identificação quando necessário. Fazendeiros também já rastreiam o as suas manadas via satélite, uma exigência dos importadores.

CONCLUSÃO
A utilidade deste dispositivo, fruto da nanotecnologia, é evidente. Como os governos o aplicarão no futuro próximo para controlar a vida das pessoas ainda é cedo para falar, mas será inevitável o seu uso. Temos que esperar para ver. É possível que muito em breve as crianças saiam das maternidades  já com um microship implantado. É, a realidade ainda imitará a mais improvável ficção. Quem viver verá.

W.X.

Mais informações:

quinta-feira, 10 de dezembro de 2009

MISTÉRIOS DA LUA




 
 





 
 
 

Imagens misteriosas em solo lunar


4Nasa anuncia descoberta de água em cratera da Lua

Impacto de foguete contra cratera no pólo sul da Lua produz nuvem de material contendo água. 

Dados preliminares da sonda Lcross indicam que a missão descobriu água durante os impactos de 9 de outubro com uma região em sombra perpétua no fundo da cratera Cabeus, perto do pólo sul lunar.
O impacto criado pelo estágio superior do foguete Centauro produziu uma pluma de material dividida em duas partes, ejetado das profundezas da cratera. A primeira parte era composta de vapor e poeira fina e segunda, de material mais denso. Esse material não era exposto à luz do Sol há bilhões de anos.
Cientistas especulavam há anos sobre a explicação para as quantidades de hidrogênio detectadas nos pólos lunares por missões anteriores. A descoberta de água pela Lcross ajuda a responder à pergunta. A água na Lua pode estar mais disseminada e existir em quantidade maior que a esperada, diz nota da Nasa.
Além disso, regiões lunares em sombra perpétua podem ter a chave da história e da evolução do Sistema Solar. E a água e outros compostos descobertos poderão ser recursos para astronautas em futuras missões.
Desde os impactos, a equipe cientistas da missão Lcross trabalha para analisar os dados que a nave recolheu. A equipe concentrou-se nos espectrômetros, que trazem as informações mais precisas sobre a presença de água.
"Estamos extasiados", disse Anthony Colaprete, principal cientista da missão. "Diversas linhas de evidência mostram que a água estava presente tanto na pluma mais leve e na cortina de dejetos criada pelo impacto do Centauro. A concentração e distribuição da água e outras substâncias requerem mais análise, mas é seguro dizer que Cabeus contém água".

Provas de que as missões Apollo foram à Lua
Existem muitas provas de que realmente o Homem foi à Lua em 1969. Neste texto apresentaremos somente alguns exemplos. Esses exemplos estarão por ordem crescente de importância; ou seja, as provas no final deste texto serão mais cruciais que as primeiras.
Existem centenas de horas de gravações em filme, com várias horas consecutivas em microgravidade, impossíveis de fazer na Terra em 1969. Além disso, também existem cerca de 17 mil fotografias tiradas em solo lunar. E, por fim, existem milhares de horas de dados de telemetria. 
Tudo isto (filmes, fotos, telemetria) foi avaliado por inúmeros peritos internacionais, incluindo das “nações inimigas”, como a URSS, Alemanha de Leste, e China, que tinham todo o interesse em humilhar os EUA e provar uma conspiração. Todos eles provaram a veracidade dos dados.
Note-se que quem diz que tudo isto é uma conspiração, são pessoas que não sabem do que falam: nunca avaliaram qualquer prova, nem têm equipamento para o fazer. Já os diversos especialistas espalhados pelo mundo, incluindo aqueles pertencendo aos Governos “inimigos” têm equipamento para provar a veracidade ou a fraude. E todos eles, sem exceção, provam a veracidade dos eventos.
Por outro lado, cerca de 500 mil pessoas estiveram diretamente envolvidas no esforço das missões Apollo. Por qualquer coisinha há logo pessoas a virem para a TV contarem segredos. É preciso um esforço enorme para imaginar que 500 mil pessoas estão a mentir e nenhuma dá “com a língua nos dentes”.
Outra prova de que fomos à Lua, mesmo sendo circunstancial, são todos os avanços tecnológicos com que lidamos diariamente. O esforço para as missões Apollo contribuiu e muito para o desenvolvimento tecnológico que se seguiu e ainda hoje utilizamos tecnologias que foram pensadas para essas missões. 
Desde sapatilhas, passando pela medicina, e acabando nos computadores, as vantagens foram imensas. Sem as missões Apollo não teríamos várias dessas tecnologias atualmente. Leiam mais sobre isto, neste artigo:
Milhares de astrônomos amadores e profissionais, espalhados por todo o mundo estiveram atentos a tudo o que se passava nos módulos lunares. Puderam ouvir as comunicações, e puderam assim comprovar que elas vinham da direção certa (da Lua), e que tinham um atraso natural derivado do tempo que a radiação leva da Lua à Terra – devido à distância e facilmente explicada em aulas de Introdução à Astronomia.  
Puderam também avistar os módulos de comando das missões Apollo nas suas viagens, e reportaram essas detecções. Estes muitos milhares de astrônomos, sobretudo amadores, não tinham qualquer vantagem em dizer que as missões Apollo foram reais; pelo contrário, se dissessem o contrário é que teriam logo “tempo de antena”. Mas todos eles puderam comprovar a veracidade das missões.
Qualquer pessoa pode ser um astrônomo amador, e ao sê-lo vai aprender conhecimentos básicos (e alguns complexos) na astronomia e áreas subjacentes. Isso é o suficiente para perceber a veracidade dos eventos. Novamente, quem tem dúvidas são todos aqueles que não têm nem sequer esses conhecimentos básicos.
A missão Apollo 11 deixou refletores na Lua. Esses refletores permitem calcular com extrema precisão à distância Terra-Lua através de um laser. Todos os dias se trabalha com eles, e se prova que os refletores se encontram na Lua. Curiosamente, o observatório da minha Universidade faz isso. Quem tem dúvidas da existência desses refletores na Lua levados pela missão Apollo 11, basta virem aqui ao observatório e comprovarem a existência do laser, e até poderão calcular a distância a que a Lua se encontra nesse momento.
A sonda Lunar Reconnaissance Orbiter, que está em órbita da Lua, tirou fotografias aos locais onde as 6 missões pousaram. Note-se que os módulos lunares pousaram na Lua. Mas só a parte de cima dos módulos (com os astronautas) eram ejetados em direção ao módulo de comando (que se encontrava em órbita da Lua). 
A parte de baixo dos módulos lunares continuou na Lua. Nas fotos tiradas pela Lunar Reconnaissance Orbiter, não só se vê as partes de baixo dos módulos lunares, mas até se vê as sombras que eles produzem na Lua! Isto deveria provar, sem margem para dúvidas, que os módulos lunares foram à Lua.
Cientistas indianos ligados à sonda Chandrayaan-1 já publicamente disseram que comprovaram a ida do Homem à Lua, pelo menos na Apollo 15. A sonda Indiana enviou fotografias não só da parte de baixo do módulo lunar, mas até das pegadas dos astronautas dessa missão. Se fosse uma “conspiração Americana”, os Indianos já teriam vindo a público desmentir os Americanos.
Durante as missões Apollo também se trouxeram coisas da Lua, que não seria possível trazer se não tivéssemos ido lá. Uma delas foi a câmara da sonda Surveyor 3 que tinha sido enviada cerca de 3 anos antes e que foi trazida pela tripulação da Apollo 12. Esta câmara levou à surpreendente descoberta de que a bactéria Streptococcus mitis tinha sido enviada para a Lua por engano e lá tinha sobrevivido em condições extremas durante quase 3 anos.
A sonda não tripulada Luna 15 foi enviada pelos Soviéticos para pousar na Lua, recolher pedras e solo lunar, e retornar à Terra com essas amostras lunares. Isso seria feito a 21 de Julho de 1969 e um dos grandes objetivo seria retirar publicidade ao fato dos Americanos estarem a pôr humanos na Lua (Armstrong andou na Lua a 20 de Julho), já que a Luna 15 seria a primeira missão a retornar da Lua com amostras lunares. No entanto, a missão fracassou porque a Luna 15 espatifou-se na Lua a 21 de Julho de 1969, poucas horas antes de Armstrong e Aldrin terem deixado a superfície lunar.
A missão Luna 15 foi importante para a Apollo 11 por vários motivos: os cientistas soviéticos tiveram que fazer uma correcção à órbita da Luna 15 de modo a ter absoluta certeza que ela não colidiria com a Apollo 11 – provando a sua existência; os cientistas Ingleses (do observatório Jodrell Bank) provaram, ao estudarem a origem das transmissões, que a Luna 15 estava em órbita lunar e que a Apollo 11 estava na Lua; com a Luna 15 a orbitar a Lua, os cientistas soviéticos provaram que os Americanos estavam mesmo na Lua, a caminhar sobre a sua superfície.
Uma das maiores provas é a forma como a poeira se comporta nos vídeos lunares. Na Apollo 15, 16, e 17 vê-se o carro lunar a levantar bastante pó da superfície lunar. E em todas as missões vê-se os astronautas a levantarem pó com as botas, enquanto andam na superfície lunar. Esse pó é levantado bastante alto (mais alto que na Terra devido à gravidade lunar ser mais fraca), e cai bastante depressa para a superfície através de um movimento parabólico, já que não há atmosfera que o suporte acima da superfície por mais tempo.
A poeira cai depressa devido à falta de resistência do ar, mas cai mais lentamente que uma rocha na Terra devido à gravidade menor. Era impossível em 1969 recriar ambas as características (falta de resistência do ar e baixa gravidade) na Terra simultaneamente. Nos dias de hoje, já é possível fazê-lo com programas especiais de computador que permitem um extraordinário design gráfico, mas não era possível há 40 anos atrás.
Talvez a maior prova de que o Homem foi à Lua sejam os cerca de 382 kg de rochas lunares que os astronautas trouxeram de volta à Terra. As rochas lunares foram distribuídas por numerosos centros de investigação em todo o mundo, incluindo Portugal. Após um sem número de análises, sobretudo químicas e geológicas, conclusões foram tiradas e milhares de artigos científicos foram escritos a esse respeito. Todos eles, repito, todos eles confirmam que as rochas vieram da Lua.
As rochas lunares são únicas e diferenciam-se bastante bem das terrestres:
1- Praticamente não têm água na sua estrutura cristalina e formaram-se na total ausência de água, enquanto a água é comum nas rochas terrestres; (2) a maioria das rochas na superfície lunar são ígneas (em resultado de lava) – basaltos nas planícies lunares e anortosito nas terras altas lunares – enquanto a maior parte das rochas na superfície terrestre são sedimentares (requerem água e vento para a sua formação e até a morte de organismos vivos);
3- Encontraram-se partículas de vidro nas rochas lunares que foram produzidas por uma explosiva atividade vulcânica e impactos de meteoritos há 3 mil milhões de anos atrás. A água existente na Terra limpa esse vidro vulcânico em apenas alguns milhões de anos. O fato de existir nessas rochas, prova que elas são da Lua;
4- Devido à ausência atmosférica, as partes exteriores das rochas lunares estão carregadas de hélio-3, um isótopo raro na Terra;
5- Poderiam até ser rochas lunares caídas como meteoritos na Terra, mas todos os geólogos do mundo conseguem provar que não o são, já que os meteoritos apresentam sinais de uma passagem tempestuosa pela atmosfera terrestre, o que os deixa bastante quentes e oxidados, além de que depois de atingirem a superfície terrestre também vão sentir os efeitos do ar, vento, água, erosão, etc., terrestres – enquanto as rochas lunares não apresentam nada disto, pelo contrário, até apresentam sinais de não terem estado em contacto com água, ar, ou oxigênio;
6- As rochas lunares apresentam inúmeras crateras fruto de meteoritos, algo que não acontece nas rochas terrestres devido à passagem pela atmosfera da Terra e posterior erosão na superfície – isto é algo que qualquer pessoa pode ver sem ter que ter curso em química ou geologia;
7- Os quase 400 k de rochas lunares trazidas pelos astronautas são idênticas às recolhidas por 3 missões robóticas Luna – trouxeram de volta à URSS 300 gramas de solo lunar entre 1970 e 1976, ou seja, algumas missões robóticas soviéticas foram após as missões tripuladas americanas, e provaram que o que os americanos trouxeram era real.
Devido a tudo isto, o Doutor David McKay, cientista-chefe do departamento de astrobiologia e ciências planetárias do Johnson Space Center da NASA, diz que seria impossível falsear as rochas lunares e enganar tantos cientistas, terminando a dizer que: “Em vez de falseá-las, seria muito mais fácil ir à Lua apanhá-las!”
Concluindo, provas não faltam de que o Homem foi à Lua em 1969. Falsear todas estas provas seria uma tarefa megalomaníaca que não deixaria lugar para erros básicos (do gênero daqueles que os conspiracionistas advogam). Algumas destas provas seriam impossíveis de falsear em 1969.
O plano para ir à Lua antes de 1970, tinha uma probabilidade de acontecer bastante improvável; mas com todo um país a trabalhar para esse objetivo, conseguiu-se. Entre uma probabilidade impossível e outra totalmente improvável, a escolha não é difícil; sobretudo tendo em conta todas as provas a favor da veracidade da existência desse acontecimento improvável.
"Durante as missões Apollo também se trouxeram coisas da Lua, que não seria possível trazer se não tivéssemos ido lá. Uma delas foi a câmara da sonda Surveyor 3 que tinha sido enviada cerca de 3 anos antes"
Veja estes videos:

BUZZ ALDRIN, O SEGUNDO HOMEM A PISAR NA LUA, FAZ REVELAÇÕES IMPORTANTES:
NEIL ARMSTRONG, PRIMEIRO HOMEM A PISAR NA LUA, DIZ QUE A NASA MENTE:
A PRIMEIRA ENTREVISTA DE NEIL ARMSTRONG:
ESTRUTURAS NA LUA CONSTRUÍDAS POR QUEM E QUANDO?



FILME DA COLUMBIA
MISTERIOS OVNIS
EVIDÊNCIAS DE VIDA EM MARTE E NA LUA


EX OFICIAIS MILITARES DOS EUA DIZEM QUE OVNIS DESARMARAM ARMAS NUCLEARES

O Ciclo das COISAS

UFO NA CHINA

EARTH GLOBE

ENIGMAS DO PASSADO

ENIGMAS DO PASSADO

PARA PENSAR...

Para compreendermos a pequenez da nossa condição humana não precisamos olhar o céu estrelado, basta que consideremos as civilizações que existiram milhares de anos antes de nós,que foram grandes antes nós e antes de nós desapareceram. Cada novo achado representa um aprofundamento em novos conhecimentos, mas também significa muitas vezes que precisamos revisar antigos conceitos que aparentavam ser tão seguros.”

C.W. Ceram