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domingo, 20 de fevereiro de 2011

MISTÉRIOS NÃO RESOLVIDOS - PARTE I

Não há dúvidas quanto a existência  no planeta de mistérios insolúveis em todos os campos. E a arqueologia é sem dúvida um dos campos que nos oferece  alguns dos  mais intrigantes mistérios.  Vamos apresentar aqui uma lista com alguns deles:

ESFERAS COM SULCOS
      
Nas últimas décadas mineiros têm achado na África do Sul misteriosas esferas de metal. Suas origens são desconhecidas. Estas esferas medem aproximadamente uma polegada de diâmetro e algumas apresentam sulcos em volta de sua circunferência. O intrigante é que a rocha em que essas esferas foram achadas é do período pré-cambiano e data de 2.8 milhões de anos! Quem as fez, quando e pra qual finalidade?

OS DISCOS  DROPAS    
    
Em 1938, uma expedição arqueológica liderada pelo Dr. Chi Pu Tei nas montanhas Baian-Kara-Ula na China fez uma descoberta fascinante em algumas cavernas que tinham sido aparentemente ocupadas por uma cultura antiga. 
Enterradas no pó das eras no solo da caverna jaziam centenas de discos de pedra medindo nove polegadas de diâmetro, cada uma delas continha uma espiral sulcada, parecendo um disco gravado há 10 ou 12 mil anos. 
Há um mito na região que os discos pertencem a raça dos Dropas que vieram de um mundo distante e ali aportaram em naves.     

              AS PEDRAS DE ICA
 
No início dos anos 30, o pai so Dr. Javier Cabrera, antropologo da cidade  de Ica, Peru, descobriu centenas de pedras nas tumbas dos antigos incas. O Dr. Javier Cabrera, continuando o trabalho do seu pai tem colecionado mais de mil destas pedras compostas de andesito (é um tipo de rocha magmática cujo nome deriva de Andes, montanhas onde é muito comum. É uma rocha ígnea vulcânica de composição intermédia, calcialcalina, de cor cinzenta a cinzenta escura ou mesmo negra.).
As pedras apresentam desenhos intrigantes, como uma em que uma pessoa aparece sendo operada. Outras apresentam dinossauros, brontossauros, triceratops,estegossauros e pterosauros. Enquanto os céticos as consideram uma fraude, a autenticidade delas ainda não foi provada ou desprovada.

ESFERAS GIGANTES DA COSTA RICA 
                                                                                
                               
Na densa selva da Costa Rica por acaso estas esferas foram achadas, algumas delas são esferas perfeitas. Elas variam de tamanho, algumas chegam a pesar 16 toneladas. Ainda não sabemos qual a utilidade delas para os antigos habitantes da região, os Maias, nem como alcançaram tal precisão esférica na sua confecção.                                         

terça-feira, 7 de dezembro de 2010

NATAL: DO PAGANISMO AO CRISTIANISMO

        
       
       Nos últimos 1.700 anos, uma significante porção do mundo ocidental tem celebrado o dia 25 de Dezembro como o dia do nascimento do Filho de Deus e Salvador Jesus Cristo. Milhares de imagens tem sido criadas, bem como canções, poemas e outras obras artísticas apresentando o menino Jesus numa manjedoura rodeado por animais com a Virgem Maria, José, anjos e os três reis magos  olhando maravilhados o luminoso infante. Estas imagens ficaram gravadas na nossa mente como o cenário do primeiro Natal. Mas são verdadeiras?
       A tradição que colocou o  Natal em 25 de Dezembro, como a data em que teria nascido Jesus Cristo, a principal figura do Novo Testamento, que é aclamada por bilhões de pessoas no mundo como Deus encarnado que veio para salvar a humanidade dos seus pecados, remonta ao III século da era cristã. Naquela época o pai a igreja Cipriano escreveu: 
Oh, quão maravilhosa providência que permitiu que no dia em que o Sol nasceu...Cristo também nascesse. (De pasch. Comp., xix):
       O nascimento do Salvador dos cristãos foi calculadamente colocado no solstício de inverno.  O que muitos não sabem é que o seu nascimento já tinha sido celebrado em muitas datas diferentes: dia 5 de janeiro, 25 de março, 19 de abril, 20 de maio, 21 de agosto, 17 de novembro etc.
      A data de 25 de dezembro como aniversário de Jesus começou a ser fixada num calendário ou cronologia em 354 d. C. chamado de calendário de Filocalus ou Philocalian.  Além de listar o dia 25 de dezembro como o “Natalis Invicti” (natal invencível), o calendário também nomeia o dia  como o dia  do “natus Christus in Betleem Iudeae (nascimento de Cristo em Belém da Judéia). Desde então podemos ver que as pessoas do quarto século estavam convictas desta identificação de Jesus com o sol,  como diz o Velho Testamento: 
“[...]o sol da justiça nascerá com a cura nas suas asas.” Malaquias 4:2;
      Hoje sabemos que a data 25 de dezembro representa não o nascimento de um Salvador histórico chamado Jesus Cristo, mas sim a data do solstício de inverno no hemisfério norte, quando o dia começa a ficar mais longo que a noite e é dito que o sol nasce novamente, renovado e ressurreto. Assim a data do nascimento de Jesus foi colocada propositalmente no dia de uma festa muito celebrada e reverenciada por todos os povos, o festival  do solstício de inverno. Por exemplo: no dia 21 de dezembro os japoneses celebram a deusa Amaterasu que sai da sua gruta, uma clara alusão ao nascimento o sol. 
      É digno de nota o festival egípcio que ocorria no dia 22 de dezembro pelo  calendário da deusa Hathor, onde o deus bebê Sokar aparece como o menino Jesus. As celebrações do solstício de inverno eram tão importantes que prosseguiam por dois ou três dias do calendário gregoriano, a exemplo damos as celebrações da  Saturnália que começava em 17 de dezembro e terminava no dia 23.  
       O deus grego ligado ao sol e ao vinho, Dionisius, era  originalmente celebrado   por romanos e gregos antes da era cristã na data do solstício de inverno. Em 275 d. C. o dia 25 de  dezembro foi formalizado pelo emperador  Aureliano como o dia do nascimento do Sol Invencivel, e combinou a festa  do deus grego Hélio  com a Saturnália dos romanos, celebrações realizadas na época do solstício de inverno. 
Quão Antigas São As Celebrações Natalinas?
       As marcantes celebrações relacionadas aos Mistérios de Osíris, que começavam no dia 14 de dezembro e terminavam com sua ressurreição no dia 26 de dezembro, seguiam o padrão das festividades ligadas ao solstício de inverno, como a Saturnália e o festival de Natal. Este período incluía várias festividades que tem a ver com a paixão, morte e ressurreição de Osíris.  
      Num lugar chamado Newgrange, Ireland, encontramos esta tumba de aproximadamente 3.200 a.C., ela traz uma série de símbolos solares em forma de espiral que nos falam das celebrações relacionadas ao solstício de inverno na antiguidade. A cerimônia celebrada ali, como em muitos outros lugares sagrados por povos pré-cristãos nos falam de uma celebração de 5.000 anos que representam a ressurreição da vida ou renascimento do sol no dia 25 de Dezembro. 

      
      Assim entendemos que o solstício de inverno era um fator de celebração muito importante nas culturas antigas, principalmente para aquelas  que viviam sob baixas temperaturas no hemisfério norte que ansiosamente esperavam o retorno do sol para ver de novo a vida renascer. O Natal é, portanto, uma celebração muito antiga antecedendo a era cristã por  milênios.
By D. M. Murdock (Traduzido por W.X.)

Bibliografia

Acharya S. Suns of God: Krishna, Buddha and Christ Unveiled. Illinois: AUP, 2004.

Egyptology Online Resources. aegyptologie.online
resourcen.de/Date_Converter_for_Ancient_Egypt/Roman-Emperors

Halsberghe, Gaston H. The Cult of Sol Invictus. Leiden: E.J. Brill, 1972.

Herbermann, Charles G., et al., eds. "Christmas." The Catholic Encyclopedia, vol. 3. New York: The Catholic Encyclopedia Inc., 1913.

Graves, Robert. The White Goddess. New York: Farrar, Strauss and Giroux, 1966.

Mettinger, Tryggve N.D. The Riddle of Resurrection: "Dying and Rising Gods" in the Ancient Near East. Stockholm: Almqvist & Wiksell Internat., 2001.

Murdock, D.M. Christ in Egypt: The Horus-Jesus Connection. Seattle: Stellar House Publishing, 2009.

Murdock, D.M., and N.W. Barker. The 2010 Astrotheology Calendar. Seattle: Stellar House Publishing, 2009.
The 2011 Astrotheology Calendar. Seattle: Stellar House Publishing, 2010.

Roy, Shashanka Bhushan. Prehistory Lunar Astronomy. New Delhi: Institute of Chronology, 1976.

segunda-feira, 29 de novembro de 2010

CIDADES SUBMERSAS - Arqueologia Submarina

Ainda é impossível falarmos com certeza sobre quantas cidades se encontram submersas no fundo dos oceanos mundo afora. Com o degelo da última era glacial muitas delas foram inundadas pelo mar, outras foram submersas depois de catástrofes como maremotos, tsunamis; há milhares de anos. Muitas delas têm sido  descobertas  recentemente por acaso ou por meio de sondagens por satélites. Alguns pesquisadores têm questionado a história da civilização humana e baseiam-se em descobertas como essas para fortalecerem a sua teoria de uma história alternativa.

Alexandria, Egito: nas margens de Alexandria, a cidade de Alexandre o Grande, foi achado o que se acredita ser as ruínas do palácio de Cleópatra. Há mais de 1.500 anos abalos sísmicos foram responsáveis pela lançamento ao  mar de artefatos, estátuas e outras peças do palácio de Cleópatra. A cidade de Alexandria, mesmo submersa oferece passeios subaquáticos maravilhosos.



Baía de Cambay, Índia: Há alguns anos  foram descobertas as ruínas de uma antiga grande cidade de 9.500 anos. As ruínas estão submersas e permanecem intactas. Foram descobertas áreas que lá se encontram por mais de 5 mil anos, forçando historiadores a reavaliar a sua compreensão da história da civilização na região. Quando a encontraram foi denominada de Dwarka, ou  "Golden City”.





Yonaguni-jima, Japão: Descoberta por guias de mergulho turístico há uns  vinte anos, controvérsias têm surgido em torno de uma misteriosa pirâmide encontrada ao largo da costa do Japão. Estas estruturas parecem ter sido esculpidas em um processo usando ferramentas que se pensava anteriormente indisponíveis para culturas antigas da região.





Havana, Cuba: Uma equipe de cientistas continua a explorar ruínas encontradas próximas da Ilha. Eles têm encontrado provas da existência de um extenso ambiente urbano milhas ao longo da costa oceânica. Pesquisadores não têm uma opinião formada sobre qual povo a teria construído, se era ou não uma civilização americana.



terça-feira, 16 de novembro de 2010

Mistérios da LUA

Seria um Ovni ou uma estrutura qualquer em solo lunar?


Luzes se movimentando ordenadamente - fotografadas pela NASA.


 COOL VIDEOS, ACESSE!

ESTRUTURAS NA LUA CONSTRUÍDAS POR QUEM E QUANDO?



 OVNIS AO LONGO DA HISTÓRIA


EVIDÊNCIAS DE VIDA EM MARTE E NA LUA


Neil Armstrong o primeiro homem a pisar na lua diz que a NASA mente:


A primeira entrevista de Neil Armstrong:


BUZZ ALDRIN o segundo astronauta a pisar na lua.




FILME DA COLUMBIA ONDE APARECEM OBJETOS Ñ IDENTIFICADOS:


quarta-feira, 3 de novembro de 2010

MISTERIOSO VALE DE NAZCA - PERU

















No Altiplano dos Andes, bem ao sul do Peru, situa-se um
dos maiores mistérios de toda a Terra: 

O chamado Planalto de Nazca, que se estende por uma área com nada menos que 900 quilômetros quadrados, ostenta um painel surrealista e além de tudo impressionante, literalmente coberto de misteriosos desenhos, gravados em relevo e que retratam as
gigantescas figuras de coisas que decididamente não existem no nosso mundo. Como se fossem cenas de um planeta desconhecido! 

Estranhos pássaros, alguns com cabeças de serpentes, outros que lembram colibris e papagaios; peixes exóticos; 

desenhos que  parecem baleias e orcas; um impressionante demônio-gato; lagartos e vários tipos de curiosos répteis; flores bizarras; símbolos geométricos complexos,
 estrelas; 

pistas longitudinais que parecem os nosso aeroportos, sendo que uma delas percorre nada menos que 65 quilômetros; uma colossal e lindíssima aranha;

e muitas outras,   fazem parte integrante daquilo que se convencionou chamar de “O Maior Zodíaco de Toda a Terra”. 

http://rodrigoenok.blogspot.com

EX OFICIAIS MILITARES DOS EUA DIZEM QUE OVNIS DESARMARAM ARMAS NUCLEARES

O Ciclo das COISAS

UFO NA CHINA

EARTH GLOBE

ENIGMAS DO PASSADO

ENIGMAS DO PASSADO

PARA PENSAR...

Para compreendermos a pequenez da nossa condição humana não precisamos olhar o céu estrelado, basta que consideremos as civilizações que existiram milhares de anos antes de nós,que foram grandes antes nós e antes de nós desapareceram. Cada novo achado representa um aprofundamento em novos conhecimentos, mas também significa muitas vezes que precisamos revisar antigos conceitos que aparentavam ser tão seguros.”

C.W. Ceram